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Posts Tagged ‘feijoada’

Restaurante Feijão de Corda – Comida Típica do Nordeste

Com restaurantes espalhados em diversos pontos da Grande São Paulo, o Feijão de Corda, há 14 anos oferece o melhor da cozinha nordestina. Você encontra mais de 100 pratos típicos, além de peixes, aves, carnes, petiscos, saladas e a nossa famosa e deliciosa feijoada.

Principalmente aos finais de semanas e feriados, os clientes que enchem a Casa, já tornaram-se fiéis. Como não poderia faltar, o restaurante, que funciona com sistema à la carte, inclui no menu buchada (c/ arroz, feijão de corda e pirão), carne de sol na manteiga com mandioca, cabrito, mocotó com fava, entre outros.

Av. Prof. Francisco Morato, 4.498 – Butantã – São Paulo – SP
Informações e Reservas: 11 3751-1549

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Desde 1991, o  Bar do Biu oferece o que há de melhor em gastronomia nordestina preparada com carinho e dedicação. Localizado no bairro de Pinheiros, apresenta um ambiente simples, boteco do lado de fora e esconde em seu interior um salão com paredes azuladas e uma cozinha que exala um cheirinho de dar água na boca, comanda pelas mãos de dona Edinólia, a Edí. O bar costuma lotar aos finais de semana, o que gera fila de espera. O público é descolado aos sábados, vão músicos, publicitários e artistas plásticos. Aos domingos, famílias se reúnem para almoçar. Para beber, as marcas mais populares de cerveja. E de sobremesa, pudim de leite.

O Bar do Biu participou três anos consecutivos no concurso Boteco Bohemia, e, em sua terceira participação levou o terceiro lugar no quesito atendimento. Uns dos pratos mais pedidos na casa é o Baião de dois, tradicional da culinária nordestina, preparado com mais de dez ingredientes, além da tradicional feijoada, escondidinho e muqueca de peixe.

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 776 – Pinheiros – São Paulo 

Região Oeste – Metrô Sumaré

Fone: (11) 3081-6739

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Sabadão de sol e você acordou cedo. Quer fazer uma festa que dure praticamente o dia inteiro e não sabe como? Que tal uma feijoada daquelas, servida somente aqui no Brasil? Os amigos “gringos” irão se surpreender !!
Essa receita é a mais difícil (por enquanto) desse blog. Mas ela serve 8 pessoas ou 22 modelos…hehehehe. A receita, para não deixar na mão, vem completa. Capriche!

Ao final, peça educadamente para as visitas ajudarem na limpeza da casa já que foi você quem preparou tudo, com certeza não irão reclamar! Faça e confira!

Escolha as carnes evitando as gorduras, e apresente uma bela caipirinha.

Ingredientes:
1/2 kg de feijão preto de boa qualidade
1/2 kg de carne seca de boa qualidade
1/2 kg de lombo salgado
1/2 kg de costela salgada
1/2 kg de bacon de boa qualidade
4 lingüiças calabresa defumadas
4 cebolas grandes picadas bem pequenas
6 cabeças de alho triturados ou socados bem pequenos

Farofa:
2 lingüiças calabresa defumadas ou carne seca cortadas bem pequenas
1/2 kg de farinha de mandioca branca
2 pacotinhos (120 g) de tempero para feijão

Couve:
2 moles de couve cortada bem fininha
2 cabeças de alho

Molho vinagrete:
2 cebolas grandes cortadas bem pequena
2 tomates grandes cortados pequenos
2 pimentões
2 moles de salsinha cortado pequeno
250 ml de suco de limão
250 ml de azeite de oliva
100 ml de vinagre
Sal a gosto

Modo de Preparo
Escolha e lave o feijão, coloque de molho por no mínimo 3 horas antes de cozinhar
Cozinhe com a mesma água em uma panela de pressão, com água até a marca da panela, por 20 minutos
Escalde bem as carnes salgadas até retirar o excesso de sal
Abra a panela, coloque as carnes e deixe cozinhar por mais 20 minutos
Apague o fogo e reserve
Refogue no azeite o alho e a cebola, tempere o feijão com sal a gosto

Farofa:
Frite a lingüiça  ou a carne seca em manteiga
Coloque os 2 envelopes de sazón e a farinha
Misture bem e apague o fogo

Couve:
Frite o alho no azeite, quando estiver bem douradinho jogue a couve, refogue com sal a gosto e apague o fogo
Molho vinagrete:
Misture a cebola, o tomate, o pimentão, a salsinha, o suco de limão, o azeite, o vinagre e sal a gosto
Sirva com arroz branco, laranjas e aquela caipirinha

Pois bem, ao final  não esqueça das sobremesas, pois elas serão essenciais. Um Bom mousse de maracujá, umas laranjas e o abacaxi bem geladinho, cortado em tiras, com raspas de hortelã, finalizam a festa.


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A culinária carioca é muito marcada pela influencia portuguesa, através da utilização do bacalhau, os cozidos, os ensopados, caldos e iscas de fígado. O bacalhau é cozido, assado ou grelhado e tem por acompanhamento brócolis, azeitonas, cebola, grão de bico, batata, ovo cozido, arroz branco e pimentão, sendo o mais famoso o bacalhau a Gomes de Sá.

Dentre os cozidos, a dobradinha com bucho de boi e feijão-branco, o guisado de cordeiro cozido à portuguesa servido feijão-branco ou favas, o cassoulet (francês), o puchero (espanhol) e o próprio cozido português, o qual originou a feijoada carioca, a qual é sempre acompanhada por uma bebida bem brasileira, a caipirinha.

Nota-se a presença baiana nas moquecas de peixe, de camarão, de sururu, no vatapá e no angu.

No litoral sul, em Paraty e o peixe é preparado na folha de bananeira ou ensopado, com banana ou azul-marinho. Em Angra dos Reis o camarão casadinho, o arroz de polvo, a lula refogada, a sopa de aipim com camarão e o ensopado de cação. Nas demais cidades os pescados são acompanhados por farinha de mandioca (que em Mangaratiba é conhecida por farinha de tapioca e em Angra dos Reis pó farinha da terra), banana e abóbora. Em Mangaratiba ostras e siris são recheados.

Na região dos lagos encontramos o badejo, arraia, a barracuda, o cação, a carapeba, cherne, a corvina, a enchova, o peixe-espada, o namorado, o olho de boi, o pargo, o parati, a pescada, o robalo, a sardinha, o xaréu, a lula, o polvo, o mexelhão, a cavaquinha, a lagosta e o siri, quais são fritos ou assados com farofa ou servidos com molho ou em moquecas, caldeiradas, frigideiras e omeletes, acompanhados de farinha de mandioca, pirão ou banana.

Mesmo sendo uma cidade litorânea, Campo dos Goytacases tem preferência pela carne de gado bovina e suína, fritas ou ensopadas.

Nas áreas rurais aparecem o milho e o feijão.

Em São Pedro da Aldeia e Saquarema, consomem-se ovas de tainha. Em Araruama, o xaréu. Marica, a tainha. E em Macaé, camarão com chuchu.

No interior é forte a influência mineira, o tutu de feijão, carne bovina, suína e de aves. O churrasco e a carne de sol frita e acompanhada de feijão, arroz e farinha de mandioca também são encontrados.

Na região serrana, com influencia alemã e suíça, devido o frio, consome-se os pratos: fundue, eisben, salsichas e kassler, encontrados nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.

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Os primeiros colonizadores foram os bandeirantes com a descoberta do ouro na  região.  A união das culinárias dos bandeirantes e a nativa resultou no que hoje  conhecemos como culinária goiana. Dos mineiros e paulistas (bandeirantes) pratos a  base de feijão, carne seca e de porco. E o cardápio nativo, dos indígenas, a base de  milho e mandioca.

Na culinária goiana são aproveitados produtos típicos do cerrado como: guariroba e  principalmente o pequi (chamando assim a atenção pela cor amarela, aroma e sabor  forte) usado nas receitas de galinhada com pequi e arroz com pequi, além do açafrão,  muito usado nas cidades do sul do estado. A guariroba, um palpito amargo compõe  outro prato típico: o empadão goiano. Outros pratos encontrados são o arroz com suã  e o arroz Maria Izabel.

A carne suína é muito apreciada, a linguiça, o torresmo, o leitão á pururuca, a leitoa recheada, feijoada tradicional e a de feijão branco.

A carne seca com cebola, alho e mandioca compõem o quibebe goiano. Peixe de água doce com o preparo mais tradicional sendo feito na telha e acompanhados por pirão também fazem parte do cardápio.

O milho está presente no angu, cural, suco de milho verde, sopa e principalmente na pamonha, sendo a preferência goiana pela pamonha salgada recebendo até recheios como queijo e linguiça.

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A história de Pernambuco esta muito ligada ao açúcar, graças a sua terra propicia para  o cultivo da cana-de-açúcar, o que atraiu os olhares ambiciosos dos colonizadores,  ocupando-a com o desejo de cada vez mais produzir e lucrar com essa matéria prima  tão valiosa na época.

A culinária pernambucana recebeu influencias de elementos que compõem sua  população: dos africanos, o gosto pela pimenta, a utilização do azeite-de-dendê e coco;  dos indígenas o milho, a mandioca e a batata; dos portugueses herdou as técnicas no  preparo de cozidos e caldos.

Sua cozinha tem pratos criados tanto nas casas-grandes como nas senzalas, nas aldeias como nos mosteiros, na lida do sertão e também a beira-mar e pode ser dividida entre cozinha do litoral, composta por peixes e frutos do mar e a cozinha do interior do Estado, composta por carne de sol e de bode.

No litoral da capital Recife e da histórica Olinda são comuns a lagosta, o camarão, o marisco, o caranguejo, o guaiamum, o siri, o sururu, o aratu, o polvo, a ostra, e os peixes robalo, tainha, beijupirá, cavala, cioba, agulha entre outros, também são comuns os caldinhos de peixe. Com esses ingredientes são preparadas a moqueca, e as peixadas, tendo por acompanhamento o pirão, feito do caldo do cozimento do próprio pescado. Também feitos com os frutos do mar temos as fritadas e o baião de dois. Não esquecendo do camarão na moranga, e a tapioca.

No interior seus pratos possuem pouca variação entre o Agreste, a Zona da Mata, o Sertão e o Vale de São Francisco, sendo eles: galinha de cabidela, baião de dois (agora composto por feijão de corda, arroz, charque, e queijo coalho), dobradinha, carne de sol com manteiga de garrafa, chambaril (ossobuco), charque, mão de vaca, buchada de bode ou carneiro, bode guisado ou assado, cozido pernambucano, arrumadinho, feijoada, sarapatel, maxixada e rabada. Os acompanhamentos são arroz mexido, cuscuz de milho ou mandioca, inhame, feijão verde, macaxeira, jerimum, paçoca de carne seca com farinha de mandioca, manteiga de garrafa, angú salgado e xerém. Os pescados de água doce são aruá, carí, muçum e surubim.

Nos doces e bolos encontramos grande influencia portuguesa, com a utilização de frutas tropicais como goiaba, guarabiraba, jaca, jambo-roxo, mangaba, caju, carambola e araçá. Entre os seus doces e sobremesas temos a baba de moca, as cocadas, os bolos Souza Leão, os bolos de rolo e o pé-de-moleque, mas as sobremesas prediletas dos pernambucanos são a cartola (feita de banana frita, queijo coalho e polvilhada de açúcar) e queijo coalho com mel de engenho.

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