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Archive for the ‘Baiana (Bahia)’ Category

Para finalizar as receitas juninas, comemorando o final do mês com a Bolinha de Pipoca!

INGREDIENTES

– 80 g de pipoca estourada
– 1/3 xícara (chá) de açúcar
– 1/3 xícara (chá) de glucose de milho branca
– 250 g de pasta de amendoim
– margarina para untar as mãos

MODO DE PREPARO

Numa tigela e com as mãos quebre grosseiramente 80 g de pipoca estourada e reserve.
Numa panela derreta 1/3 xícara (chá) de açúcar até obter uma calda com cor de guaraná (+/- 8 minutos). Junte 1/3 xícara (chá) de glucose de milho branca e 250 g de pasta de amendoim, mexa muito bem e desligue o fogo imediatamente.
Despeje (o creme feito acima) sobre a pipoca quebrada e misture com as mãos até que toda a pipoca esteja envolvida no creme. Com as mãos forme bolinhas do tamanho desejado.

DICA: é importante trabalhar com a mistura do creme com a pipoca quente para fazer as bolinhas. Caso a mistura esfrie é só colocar no microondas para voltar a textura ideal de trabalhar.

Receita do site: http://anamariabraga.globo.com

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A maior satisfação do Restaurante Andrade é dizer que durante toda sua existência tem  recebido milhares de clientes e amigos de terça à domingo para saborear suas receitas e  arrastar o pé dançando ao som do contagiante ritmo Brasileiro, o legítimo Forró Pé-de-  Serra. Em pouco tempo de boteco, sentiu-se na obrigação de conhecer melhor a fórmula dos  pratos típicos do Nordeste. Mais de duas décadas se passaram e o “boteco”  do Andrade tornou-se o Restaurante Típico mais conhecido de São Paulo, onde o sabor do  tempero do Nordeste se mistura com Forró. Tem feijão de corda, peixes, moquecas e  a  delicosa Carne Seca Desfiada com Creme de Jerimum, Creme de Mandioca e Queijo de Coalho  ao Forno.

Funcionamento da casa:

Almoço: terça a domingo:das 12 as 15hs

Sábado: das 12 as 16hs. Domingo: das  12 as 17hs com musica ao vivo!

Jantar: terça a sábado: a partir das 19hs sempre com musica ao vivo!

Restaurante Andrade

R. Artur de Azevedo, 874 – Pinheiros – Z.Oeste

Fone: (11) 3085-0589 | 3064-8644


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Na cultura popular, quando alguém se acha muito importante, é dito que ele(a) é (ou se acha) o “rei” ou a “rainha da cocada preta”. No Candomblé e culturas afros, a cocada branca é denominada “Santo Antônio”, e assim solicitada nas bancas espalhadas pelas calçadas de Salvador (Bahia).

As receitas variam, mas em geral levam gemas, leite e coco ralado. Algumas receitas utilizam leite condensado, rapadura, leite-de-coco e coco ralado queimado.

Para dar sabores variados a cocada, são usadas polpas de frutas.

Receita/foto by CyberCook

Ingredientes:

2 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar
1 unidade(s) de coco ralado(s)
quanto baste de cravo-da-índia

Modo de preparo:

Leve o açúcar ao fogo com 1/2 xícara de chá de água e deixe apurar até que a calda comece a engrossar. Adicione o coco ralado e cozinhe por mais alguns minutos, sem parar de mexer. Retire do fogo, deixe esfriar e despeje numa compoteira. Decore com cravos-da-índia.
 
Dicas: Para fazer a cocada preta, deixe a calda apurar mais. Para a amarela, aumente a quantidade de água para 2 1/2 xícaras de chá, espere a calda engrossar mais e tire do fogo; Quando esfriar, junte o coco ralado e 5 gemas batidas e leve de volta ao fogo para apurar por mais alguns minutos.

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Criado em Salvador há 40 anos, o Tabuleiro tem filial em São Paulo com decoração brejeira. É um lugar simples e agradável com sua decoração alegre e com diversos objetos que lembram a Bahia, como as fitinhas de Bonfim.
Oferece especialidades baianas como acarajé, tapioca (com oitotipos de recheio) e moquecas (de vários peixes e camarões). Há uma variedade de pratos típicos, a carne-de-sol, o escondidinho, o bobó de camarão, o baião de dois, entre outras especialidades.

Tabuleiro  

Rua Ribeirão Claro, 319 – Vila Olímpia – São Paulo

Telefone: 3846-9593

Aceita cheques e os cartões MasterCard, Visa. Possui cadeirões para bebês. Possui menu executivo. 40 lugares.

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Acarajé é uma especialidade gastronômica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, frita em azeite-de-dendê. O acarajé pode ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru ou salada, quase todos componentes e pratos típicos da cozinha da Bahia.

Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas, Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada.

O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê ou azeite doce.

Ingredientes:

1 kg de feijão-fradinho limpo, sem casca e sem pele
2 cebolas médias picadas
2 dentes de alho
1 colher (sopa) de sal
1 litro de azeite-de-dendê para fritar

Modo de preparo:

Coloque o feijão de molho com bastante água e deixe de um dia para o outro, o que facilita a retirada das cascas. No dia seguinte, para soltar as cascas, lave várias vezes.

Bata aos poucos o feijão, as cebolas, o alho e o sal no liquidificador, até obter uma massa lisa. Coloque a massa em um recipiente e mexa, até que a mesma dobre de tamanho. Molhe uma colher na água fria e utilize-a para modelar os bolinhos.

Após modelar os bolinhos, frite-os no azeite-de-dendê fervente. Sirva o acarajé recheado com vatapá (receita publicada ontem), pimenta, molho vinagrete e camarão seco refogado com cebola e azeite-de-dendê.

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O vatapá é influência da culinária africana trazida pelos escravos nos navios negreiros, a partir do século XVI. Com os ingredientes encontrados nesta nova terra e a necessidade de suplementar sua dieta alimentar, desenvolveram outros pratos, que passaram a ser típicos da culinária brasileira. São disso exemplos o angu e a feijoada, entre outros.

 

Ingredientes:

400 g de pão amanhecido
1 xícara (chá) de leite de coco
1 xícara (chá) de azeite-de-dendê
1 xícara (chá) de cebolinha picada
¼ de xícara (chá) de camarões secos e inteiros
¼ de xícara (chá) de castanha de caju moída
¼ de xícara (chá) de amendoim moído
¼ de xícara (chá) de camarões secos moídos
sal a gosto
100 g de bacalhau cozido e desfiado
3 xícaras (chá) de caldo de peixe
½ colher (chá) de gengibre ralado

Modo de preparo:

Amoleça o pão, levemente, no leite de coco e bata no liquidificador e reserve. Refogue os camarões secos inteiros e a cebola no azeite-de-dendê. Acrescente a castanha de caju e o amendoim, os camarões secos moídos e sal, mexendo bem. Acrescente o creme de pão batido, o bacalhau desfiado, e o caldo de peixe. Deixe cozinhando em fogo brando, mexendo sempre.

Ao chegar ao ponto de soltar da panela, acrescente o gengibre, misture rapidamente e tire do fogo.

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Esse doce de origem portuguesa, e aperfeiçoado no Brasil pelos escravos, que acrescentaram o coco e o mel, é mais uma receita fácil, sem segredos e até já mostrei para minha mãe, que diz saber fazer tudo mas esse ela nunca apresentou… servido em festas de crianças, em casamentos e é  apresentado por Carmen Miranda ao Pato Donald…

É isso mesmo!!!  O doce é tão gostoso que em 1943, Zé Carioca, o malandro brasileiro, apresenta a Baia(sem a letra H) para o falante Donald!! Carmen Miranda apresenta-se como Yayá, uma vendedora de quindim. Um vídeo muito divertido sobre a história e culinária baiana, inserindo personagens humanos no universo dos desenhos.

Ingredientes:

400g de coco ralado de costa ( ralar coco, sem casca, em ralador fino, pela parte externa )
500g de açúcar (refinado)
50g de manteiga
15 gemas
5 ovos inteiros
2 colheres (chá) baunilha
2 colheres (sopa) de mel

Modo de Preparo:

Misture bem todos os ingredientes e coloque em forminhas untadas com açúcar refinado. Assar em banho-maria por 40 minutos. Servir frio.

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