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Posts Tagged ‘tapioca’

Criado em Salvador há 40 anos, o Tabuleiro tem filial em São Paulo com decoração brejeira. É um lugar simples e agradável com sua decoração alegre e com diversos objetos que lembram a Bahia, como as fitinhas de Bonfim.
Oferece especialidades baianas como acarajé, tapioca (com oitotipos de recheio) e moquecas (de vários peixes e camarões). Há uma variedade de pratos típicos, a carne-de-sol, o escondidinho, o bobó de camarão, o baião de dois, entre outras especialidades.

Tabuleiro  

Rua Ribeirão Claro, 319 – Vila Olímpia – São Paulo

Telefone: 3846-9593

Aceita cheques e os cartões MasterCard, Visa. Possui cadeirões para bebês. Possui menu executivo. 40 lugares.

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Começou a ser colonizada em 1585 e o seu marco inicial foi o Forte de São Felipe, construído para de se fender dos ataques franceses.

A culinária paraibana tem influencia portuguesa, indígena e africana, utiliza-se ingredientes como a mandioca, a carne de sol e o milho. Dos portugueses veio o preparo dos caldos e ensopados, principalmente de peixes e frutos do mar. Dos índios o uso da mandioca, do milho e carnes dos pescados e das caças. Dos africanos a utilização do coco, do azeite-de-dendê e da pimenta.

Os pratos que representam a culinária paraibana são as pescadas, os ensopados de frutos do mar e as preparações com carne seca, como a paçoca, ou assada ou frita na manteiga-de-garrafa, acompanhada de farinha de mandioca.

No litoral há grande número de espécies de peixes e frutos do mar, beijupirá, pescada, badejo, arraia, agulha, cavala, camarões, lagostas e caranguejos. Nas peixadas é utilizado o leite de coco e temperos verdes (cebolinha, salsinha e coentro), na composição do molho, além da cebola, do urucum e fubá, é acompanhada de arroz branco e pirão. Os peixes são fritos ou assados. O camarão, a lagosta, a lula e as outras são preparado com leite de coco. Porém o prato mais típico do litoral paraibano é o ensopado de caranguejo.

Devido à escassez de alimentos vegetais e frescos no sertão, a culinária é à base de carne de sol (feita de carne de boi, carneiro ou bode).

Em especial, a cidade de Cabaceiras tem o maior rebanho caprino, por ter o menor índice pluviométrico do Brasil, sendo estes animais mais resistentes a essa condição. Com a carne do gado caprino são feitos cabrito assado, carne de sol de cabrito, lingüiça e buchada. Curiosamente, também existem a pizza de bode e o sanduíche Mcbode.

É também muito consumida a galinha caipira.

Com o milho é preparado o xerém, a canjica, a pamonha e o cuscuz.

O queijo coalho e a manteiga-de-garrafa estão presentes em quase todas as receitas.

Como doces e sobremesas temos a cartola, a pamonha, o pé-de-moleque, a tapioca com recheio doce, o queijo coalho assado com mel de engenho, a torta de castanha de caju, a coalhada com rapadura e os doces de caju, goiaba e outras frutas regionais.

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Os primeiros colonizadores da região foram os franceses, porém o território já era habitado por índios. Dos índios originou a palavra “POTIGUAR”, que significa “comedor de camarão”, nome dado a quem nasce no Estado, devido a grande abundancia do crustáceo na sua costa, o que faz hoje o Rio grande do Norte ser um dos maiores criadores de camarão do Brasil.

O camarão é criado nas proximidades de Natal, numa região chamada de Costa das Dunas, em fazendas de carcinicultura.  Com ele são preparados pratos típicos como o bobó de camarão, o camarão ao creme de milho, o camarão refogado com temperos (servido com abacaxi, manteiga de garrafa e arroz-da-terra), o camarão com legumes, manga e cachaça, o camarão com leite de coco, o camarão na moqueca e o camarão na paella.

Pelo vasto litoral, peixes e frutos do mar somados ao leite de coco formam as receitas mais populares como a peixada com leite de coco, legumes e temperos verde e a caranguejada.

O coco foi introduzido pelos portugueses, após expulsarem os colonizadores holandeses que invadiram as terras do Estado. Com os holandeses foram aprendidas técnicas de exploração do sal.

Durante muito tempo as principais atividades eram a criação de gado e a cultura da cana-de-açúcar. Sendo assim, produtos vindo da pecuária são a carne de sol, o charque (carne seca) e os derivados do leite, produzidos principalmente em Seridó e em Caicó, cidades que fazem divisa com a Paraíba.

O caranguejo também é muito consumido, na caranguejada, no arroz de caranguejo e como petisco com as patinhas de caranguejo.

Os peixes de pequeno porte como o cangulo, a sanhoá, a biquara e a carapéba, são fritos em azeite-de-dendê e servidos com legumes e tapioca, levando o nome de “guinea com tapioca”. Peixes como arabaiana, a coiba, a cavala, a bicuda, o pargo e a garoupa, compõem as peixadas, as moquecas ou são assados na grelha, sempre servidos com farofa, purê de jerimum (abóbora-moranga) e caldo de camarão.

No interior do Estado a alimentação se baseia em alimentos derivados do leite e da carne. Entre os mais usados estão o queijo manteiga, o queijo coalho e a carne de sol. Com eles é feita a carne de sol frita, assada ou na brasa, acompanhada de farofa d água ou do sertão, arroz de leite, feijão-verde, macaxeira cozida ou frita, a manteiga de garrafa, a paçoca de carne de sol, o baião de dois, a carne de sol batida com nata, a carne de sol com queijo coalho, o arrumadinho de charque e o escondidinho (a carne seca temperada com coentro e cebola fica encoberta pela macaxeira e pelo queijo coalho).

Com caprinos é feito o carneiro guisado, a buchada de bode e o picadinho de carneiro. Com a carne suína é feita a lingüiça do sertão, o sarapatel e o chouriço.

O acompanhamento mais popular para os pratos, é feito um cuscuz de mílho com feijão-verde (ou feijão-de-corda).

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A culinária carioca é muito marcada pela influencia portuguesa, através da utilização do bacalhau, os cozidos, os ensopados, caldos e iscas de fígado. O bacalhau é cozido, assado ou grelhado e tem por acompanhamento brócolis, azeitonas, cebola, grão de bico, batata, ovo cozido, arroz branco e pimentão, sendo o mais famoso o bacalhau a Gomes de Sá.

Dentre os cozidos, a dobradinha com bucho de boi e feijão-branco, o guisado de cordeiro cozido à portuguesa servido feijão-branco ou favas, o cassoulet (francês), o puchero (espanhol) e o próprio cozido português, o qual originou a feijoada carioca, a qual é sempre acompanhada por uma bebida bem brasileira, a caipirinha.

Nota-se a presença baiana nas moquecas de peixe, de camarão, de sururu, no vatapá e no angu.

No litoral sul, em Paraty e o peixe é preparado na folha de bananeira ou ensopado, com banana ou azul-marinho. Em Angra dos Reis o camarão casadinho, o arroz de polvo, a lula refogada, a sopa de aipim com camarão e o ensopado de cação. Nas demais cidades os pescados são acompanhados por farinha de mandioca (que em Mangaratiba é conhecida por farinha de tapioca e em Angra dos Reis pó farinha da terra), banana e abóbora. Em Mangaratiba ostras e siris são recheados.

Na região dos lagos encontramos o badejo, arraia, a barracuda, o cação, a carapeba, cherne, a corvina, a enchova, o peixe-espada, o namorado, o olho de boi, o pargo, o parati, a pescada, o robalo, a sardinha, o xaréu, a lula, o polvo, o mexelhão, a cavaquinha, a lagosta e o siri, quais são fritos ou assados com farofa ou servidos com molho ou em moquecas, caldeiradas, frigideiras e omeletes, acompanhados de farinha de mandioca, pirão ou banana.

Mesmo sendo uma cidade litorânea, Campo dos Goytacases tem preferência pela carne de gado bovina e suína, fritas ou ensopadas.

Nas áreas rurais aparecem o milho e o feijão.

Em São Pedro da Aldeia e Saquarema, consomem-se ovas de tainha. Em Araruama, o xaréu. Marica, a tainha. E em Macaé, camarão com chuchu.

No interior é forte a influência mineira, o tutu de feijão, carne bovina, suína e de aves. O churrasco e a carne de sol frita e acompanhada de feijão, arroz e farinha de mandioca também são encontrados.

Na região serrana, com influencia alemã e suíça, devido o frio, consome-se os pratos: fundue, eisben, salsichas e kassler, encontrados nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.

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A maior influência da culinária capixaba é a indígena, com algumas técnicas de preparo portuguesas e pouca participação africana.

A base da alimentação são os peixes, o palmito, o urucum, a farinha de mandioca, o milho e os frutos do mar, originando a receita mais popular, a moqueca capixaba – preparada em uma panela de barro se utilizando de muito coentro, diferente da baiana, não leva azeite-de-dendê e nem leite de coco. Os peixes preferidos para o preparo são o badejo, o robalo, o namorado, a garoupa ou o cação. Feitos com os frutos do mar estão as moquecas de camarão, siri, lagosta, caranguejo e de sururu. Para acompanhar é feito um pirão da cabeça do peixe, em especial, a moqueca de garoupa é acompanhada por banana-da-terra.

Outros pratos são a moqueca de siri, o pitu (camarão de água doce) com raspas de coco, a caranguejada, o mingau de folhas, o peroá frito com farinha de milho e a sopa de frutos do mar. A banana-da-terra é apreciada tanto em pratos doces, quanto em pratos salgados e é a fruta mais presente nas receitas.

A torta capixaba também um prato muito característico, feita com vários frutos do mar e é muito apreciada na Semana Santa.

As sobremesas e doces aproveitam os ingredientes locais, a banana-da-terra, servida com canela e açúcar, com a mandioca-puba é preparado um bolo, do milho-verde faz-se a pamonha e da mandioca os bijus e o cuscuz de tapioca.

Temos ainda o pirão de cará, o muxá e a machocota.

Na serra, além da influencia portuguesa, encontramos elementos italianos, prussianos, holandeses e poloneses. Dos italianos, que ficaram na região de Venda Nova do Imigrante e Serra Teresa, ficaram os risotos, polentas, queijo (parmesão principalmente), massas e vinhos e em pratos como tortei de abóbora, a sopa de capeletti, com caldo de galinha e a pavesi. Por haverem poucas vendas, eles mesmos produziam queijos, fubá, massas, vinhos e embutidos (como o sacol, alimento típico da cidade, feito de lombo de porco, pimenta e alho).

Do outro lado da serra, na cidade de Domingos Martins, onde se tem influência italiana e alemã, sendo aprendido com os alemães o processo de fabricação de lingüiça e defumados como chucrute, gulash, eisben, brevidades, geléias e doces, como apfstrudel. Receitas alemãs no Estado são o kloss de batata e o brote.

No interior do Estado encontramos a canjiquinha com costela de porco e o frango com quiabo.

E por influencia baiana, no litoral encontramos o bobó de camarão e o vatapá.

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A culinária sofreu influencias dos índios, africanos e portugueses, Suas principais matérias-primas são os peixes, legumes ervas e raízes.

Conseguiu sua independência somente em 1799 sendo desmembrado de Pernambuco.

Da pesca vêm os peixes, as lagostas, o camarão e o caranguejo. Dos produtos cultivados temos a macaxeira, a batata-doce, o coco, o milho, o feijão, o arroz e a cana-de-açúcar.

Por no passado ter sido um grande distribuidor de couro, ficou por herança o uso da carne seca, pois assim, durava mais após o abatimento do gado somente para a venda do couro não sendo vendida a carne em grande escala.

Pratos típicos são a peixada, a lagosta cozida ou grelhada, o pargo no sal grosso, a panelada, o baião de dois, a carne de sol e o sarrabulho.

Na região costeira prevaleceram os pratos a base de peixe e frutos do mar, embora sejam consumidos pratos com carne de sol e galinhada. Entre os peixes há preferência pelo pargo e pelo serigado (perfeitos para a peixada). A peixada é servida com pirão de farinha de mandioca cozida no caldo feito com a cabeça do peixe. Com os peixes pescada-amarela, garoupa, cavala, robalo, guaiuba e o jupirá, alem da peixada é feita a uma sopa com cebola, pimentão, tomate e cheiro-verde. Quando fritos, são cortados em filés e cobertos com molho de camarão e tomate.

A lagosta, um ícone da culinária, é preparada de forma simples, a fim de preservar o seu sabor. O camarão é muito apreciado e é preparado de várias maneiras, camarão ao leite de coco, caldeirada ou mariscada e camarão frito ao alho e óleo. Com o caranguejo é feita a caranguejada, assim como as patinhas de caranguejo a milanesa, muito consumida nos bares da orla, juntamente com a ostra e  o siri.

Entre os doces e as sobremesas há bolo de milho, pé de moleque, muguzá, canjica e a tapioca.

Do interior do Estado vêm os pratos sertanejos, carne de sol com paçoca servida com macaxeira ou pirão de leite, o baião de dois, a galinha de cabidela, a galinha de capoeira e o capote (nome regional para a galinha d angola). Para acompanhar são servidos o cuscuz, a farofa do sertão ou farofa de cuscuz.

Outros pratos com temperos mais fortes e sabores acentuados o sarrabulho (um picadinho feito com as vísceras e o sangue do porco), na Bahia e em Pernambuco é chamado de sarapatel, o guisado de carneiro ou de cabrito, a buchada de carneiro ou de cabrito e a panelada. Para acompanhamento, arroz e pirão feito de ossobuco, vinha d alho, tomate, cebola, pimentão e cheiro-verde.

Na região do Cariri, onde estão as cidades de Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Santana do Cariri e Nova Olinda há um ingrediente que é utilizado para temperar tanto o arroz quanto a carne, o pequi (uma semente amarelada e de odor marcante, também comum em Goiás).

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Diz-se que a culinária paraense é a mais autêntica do Brasil, por ter sofrido pouca  influência portuguesa e africana, mantendo raízes nativas. A base da alimentação são  os peixes dos grandes rios amazônicos (pirarucu, tambaqui, tucunaré e dourado),  frutos do mar, carne de pato e mandioca que se une a jambo e chicória do Pará  (diferente da consumida no resto do país), a nativa (folha da mandioca brava, a qual  deve ser bem fervida evitando assim o contato com o veneno).

No Pará impera o uso do tucupi, um caldo amarelo extraído da raiz da mandioca por  meio de um processo desenvolvido pelos índios no qual a mandioca é ralada (já  descascada) formando uma massa que é colocada em um recipiente chamado tipiti. O  tipiti fica pendurado até que todo o liquido escorra para outro recipiente. Esse liquido é então colocado para descansar por um dia. Nesse período a parte mais pesada fica no fundo e por cima fica um soro amarelo que é fervido originando o tucupi. Com a parte mais pesada faz-se a tapioca.

Os pratos mais conhecidos são: a maniçoba, o pato no tucupi, o tacacá, o caruru, o vatapá, casquinha de siri e caranguejo, a mojica, o arroz de marisco e a sopa de caranguejo. Os acompanhamentos são: a macaxeira, o muguzá, o cará cozido com sal, a unha de caranguejo e o chibé.

As sobremesas são feitas com frutas regionais, doces em calda, pudins, compotas, cremes e sorvetes, ambos feitos com bacuri, cupuaçu, açaí, taperoba, manga e murici.

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