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Posts Tagged ‘linguiça’

 

Muitas vezes precisamos de um acompanhamento e não sabemos que é tão prático e fácil fazer! Segue receita do Bolinho de Linguiça e do Pesto de Couve! Aproveite, está uma delícia!!!!!

INGREDIENTES 

1kg de linguiça, sem a pele
50g de farofa pronta (½ xícara de chá bem cheia)
3 folhas de couve em tiras finas, refogadas em azeite e alho e temperadas com sal
100g de farofa pronta para empanar (1 xícara de chá bem cheia)

MODO DE PREPARO 

Coloque 1kg de linguiça toscana (sem a pele) num processador (ou pique bem na ponta da faca) e bata bem.

Com as mãos pegue uma porção desta massa de linguiça e abra um disco nas palmas das mãos (OBS: não faça uma camada muito fina para não abrir na hora de assar). Coloque no centro do disco uma porção de farofa pronta, uma porção de couve em tiras finas (já refogada no azeite e alho e temperada com sal) e feche bem a massa formando uma bolinha. Repita este processo até terminarem os ingredientes.

Passe cada bolinha de linguiça em 100g de farofa pronta. Frite as bolinhas em óleo quente até dourar. Retire do fogo e escorra sobre papel absorvente. Sirva em seguida acompanhado de pesto de couve.

Os bolinhos podem ser servidos com massa e o molho Pesto de Couve!

Reprodução Site Mais Você / Foto: Daniela Meira

 

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Originário do Rio Grande do Sul, o Arroz de Carreteiro surgiu quando os transportadores de cargas que atravessavam o sul do Brasil em carretas puxadas por bois, cozinhavam em panela de ferro uma mistura de charque (carne de sol) picada com arroz.

Sem contar com geladeira e, tampouco, ter como congelar a carne, o carreteiro valia-se da carne de sol, que no Rio Grande do Sul é conhecida como charque (preparado nas charqueadas), e esta se conservava durante os muitos dias da viagens empreendida pelo carreteiro transportador de cargas. Este, diferente dos mascates (caixeiro-viajante – comerciante ambulante), que, em geral, se valiam de carroças puchadas por cavalos, não ia de casa em casa ou de estância em estância, mas seguia entregando suas cargas pelo menor curso direto ao destino.

Receita by Cyber Cook
Foto by Maria José

Ingredientes:
 
5 kg de arroz
1 1/2 kg de bacon
4 kg de carne seca
2 kg de lingüiça calabresa defumada
2 kg de lingüiça mista
1 kg de cebola
2 cabeça(s) de alho
500 ml de óleo de soja  

Modo de preparo: 
 
Corte a Carne Seca em cubo e ferva 2 vezes trocando de água a cada fervura para retirar o excesso de sal. Frite o bacon até dourar e reserve, frite as lingüiças e reserve. Em seguida coloque o alho e depois a cebola e deixe refogar até dar o ponto. Em seguida coloque a carne seca ,a lingüiça e o bacon, deixe dar uma boa refogada depois coloque o arroz , e frite. Coloque a água fervente o necessário e deixe secar até servi-lo.

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Começou a ser colonizada em 1585 e o seu marco inicial foi o Forte de São Felipe, construído para de se fender dos ataques franceses.

A culinária paraibana tem influencia portuguesa, indígena e africana, utiliza-se ingredientes como a mandioca, a carne de sol e o milho. Dos portugueses veio o preparo dos caldos e ensopados, principalmente de peixes e frutos do mar. Dos índios o uso da mandioca, do milho e carnes dos pescados e das caças. Dos africanos a utilização do coco, do azeite-de-dendê e da pimenta.

Os pratos que representam a culinária paraibana são as pescadas, os ensopados de frutos do mar e as preparações com carne seca, como a paçoca, ou assada ou frita na manteiga-de-garrafa, acompanhada de farinha de mandioca.

No litoral há grande número de espécies de peixes e frutos do mar, beijupirá, pescada, badejo, arraia, agulha, cavala, camarões, lagostas e caranguejos. Nas peixadas é utilizado o leite de coco e temperos verdes (cebolinha, salsinha e coentro), na composição do molho, além da cebola, do urucum e fubá, é acompanhada de arroz branco e pirão. Os peixes são fritos ou assados. O camarão, a lagosta, a lula e as outras são preparado com leite de coco. Porém o prato mais típico do litoral paraibano é o ensopado de caranguejo.

Devido à escassez de alimentos vegetais e frescos no sertão, a culinária é à base de carne de sol (feita de carne de boi, carneiro ou bode).

Em especial, a cidade de Cabaceiras tem o maior rebanho caprino, por ter o menor índice pluviométrico do Brasil, sendo estes animais mais resistentes a essa condição. Com a carne do gado caprino são feitos cabrito assado, carne de sol de cabrito, lingüiça e buchada. Curiosamente, também existem a pizza de bode e o sanduíche Mcbode.

É também muito consumida a galinha caipira.

Com o milho é preparado o xerém, a canjica, a pamonha e o cuscuz.

O queijo coalho e a manteiga-de-garrafa estão presentes em quase todas as receitas.

Como doces e sobremesas temos a cartola, a pamonha, o pé-de-moleque, a tapioca com recheio doce, o queijo coalho assado com mel de engenho, a torta de castanha de caju, a coalhada com rapadura e os doces de caju, goiaba e outras frutas regionais.

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Os primeiros colonizadores da região foram os franceses, porém o território já era habitado por índios. Dos índios originou a palavra “POTIGUAR”, que significa “comedor de camarão”, nome dado a quem nasce no Estado, devido a grande abundancia do crustáceo na sua costa, o que faz hoje o Rio grande do Norte ser um dos maiores criadores de camarão do Brasil.

O camarão é criado nas proximidades de Natal, numa região chamada de Costa das Dunas, em fazendas de carcinicultura.  Com ele são preparados pratos típicos como o bobó de camarão, o camarão ao creme de milho, o camarão refogado com temperos (servido com abacaxi, manteiga de garrafa e arroz-da-terra), o camarão com legumes, manga e cachaça, o camarão com leite de coco, o camarão na moqueca e o camarão na paella.

Pelo vasto litoral, peixes e frutos do mar somados ao leite de coco formam as receitas mais populares como a peixada com leite de coco, legumes e temperos verde e a caranguejada.

O coco foi introduzido pelos portugueses, após expulsarem os colonizadores holandeses que invadiram as terras do Estado. Com os holandeses foram aprendidas técnicas de exploração do sal.

Durante muito tempo as principais atividades eram a criação de gado e a cultura da cana-de-açúcar. Sendo assim, produtos vindo da pecuária são a carne de sol, o charque (carne seca) e os derivados do leite, produzidos principalmente em Seridó e em Caicó, cidades que fazem divisa com a Paraíba.

O caranguejo também é muito consumido, na caranguejada, no arroz de caranguejo e como petisco com as patinhas de caranguejo.

Os peixes de pequeno porte como o cangulo, a sanhoá, a biquara e a carapéba, são fritos em azeite-de-dendê e servidos com legumes e tapioca, levando o nome de “guinea com tapioca”. Peixes como arabaiana, a coiba, a cavala, a bicuda, o pargo e a garoupa, compõem as peixadas, as moquecas ou são assados na grelha, sempre servidos com farofa, purê de jerimum (abóbora-moranga) e caldo de camarão.

No interior do Estado a alimentação se baseia em alimentos derivados do leite e da carne. Entre os mais usados estão o queijo manteiga, o queijo coalho e a carne de sol. Com eles é feita a carne de sol frita, assada ou na brasa, acompanhada de farofa d água ou do sertão, arroz de leite, feijão-verde, macaxeira cozida ou frita, a manteiga de garrafa, a paçoca de carne de sol, o baião de dois, a carne de sol batida com nata, a carne de sol com queijo coalho, o arrumadinho de charque e o escondidinho (a carne seca temperada com coentro e cebola fica encoberta pela macaxeira e pelo queijo coalho).

Com caprinos é feito o carneiro guisado, a buchada de bode e o picadinho de carneiro. Com a carne suína é feita a lingüiça do sertão, o sarapatel e o chouriço.

O acompanhamento mais popular para os pratos, é feito um cuscuz de mílho com feijão-verde (ou feijão-de-corda).

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