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Posts Tagged ‘pimenta-de-cheiro’

Sabe aquela sobra de feijoada? Podemos usar para fazer esse precioso bolinho de feijoada 😀

INGREDIENTES 

2 xícaras de feijão preto

2 xícaras de arroz

Farinha de trigo

200g de bacon

2 unid. de paio

2 unid de lingüiça portuguesa

50g de queijo ralado

Farinha de rosca

3 ovos

MODO DE PREPARO 

• Bata, no processador, o feijão, o arroz, o queijo ralado e aos poucos, acrescente a farinha de trigo até dar o ponto da massa. • Pique, em cubos pequenos, o bacon, a lingüiça portuguesa e o paio • Refogue o bacon e acrescente a lingüiça e o paio • Misture o refogado na massa • Faça 12 bolinhas de 20g • Empane, passando as bolinhas no ovo e depois na farinha de rosca • Frite em óleo bem quente Decoração • Couve frita como base • Laranja em fatias cortadas pela metade • Pimenta de cheiro como acompanhamento.

Receita participante do Boteco Bohemia 2008 

Boteco Aroeira

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No início a base da economia Piauiense era o charque (carne de sol ou seca), o que caracterizou os pratos locais.

Os temperos verdes e frescos como a salsinha, o coentro, a cebolinha verde e branca e a pimenta-de-cheiro, são bastante característicos da culinária piauiense.

No litoral os peixes são preparados com os mesmo temperos que as carnes, variando apenas quando recebem o leite de coco e a farinha de mandioca.

Pratos típicos são o capote (galinha d angola), carneiro ao leite de coco, paçoca de carne seca, baião de dois, buchada de bode, o capão cheio (galo capado cozido) e o mucunzá.

Os doces do Piauí são bem variados, compotas de caju, manga, goiaba, mangaba, buriti, bacuri, laranja-da-terra e de cascas de limão azedo.

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa amapaense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa acreana, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa roraimense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa rondoniense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa tocantinense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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