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Posts Tagged ‘carne seca’

A receita do Rocambole Salgado sem Farinha pode ter vários recheios, colocamos aqui os recheios de Carne-seca e de Palmito. 

INGREDIENTES 

Massa
1/2 xícara (chá) de polvilho doce
1/2 xícara (chá) de polvilho azedo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (chá) de sal
6 claras
6 gemas peneiradas
Maionese a gosto
1/2 xícara (chá) de molho de tomate (para pincelar)
Queijo meia cura ralado a gosto (para polvilhar)

Sugestões de recheio: carne seca e palmito

Recheio de carne seca
Fio de óleo
1 cebola picadinha
2 dentes de alho bem picadinhos
Pimenta vermelha picada a gosto
400g de carne seca, dessalgada, cozida e desfiada
1/2 xícara (chá) de molho de tomate
Sal e salsinha picada a gosto

Recheio de palmito 

2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola média picada
1 dente de alho picado
1 vidro de palmito picado (300g)
2 tomates sem pele e sem semente cortados em cubinhos
1 envelope de caldo de carne em pó
Sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres (sopa) de água misturada com 1 colher (sopa) de fécula de batata
1/2 xícara (chá) de azeitona verde picada
Cheiro verde picado a gosto.

MODO DE PREPARO 

Massa
Numa tigela misture o polvilho doce, o polvilho azedo, o fermento em pó e sal. Reserve.

Numa batedeira coloque as claras e bata bem. Com a batedeira ainda ligada adicione as gemas peneiradas. Diminua a velocidade da batedeira e continue batendo até a massa ficar cremosa (cerca de 10 minutos). Junte esta massa com a mistura de polvilhos (reservada acima) e misture delicadamente.

Numa fôrma untada e polvilhada com polvilho doce coloque a massa (feita acima) e leve ao forno médio preaquecido a 180°C por cerca de 20 minutos. Retire do forno e desenforme ainda quente sobre um pano levemente umedecido. Reserve.

Montagem
Numa assadeira coloque a massa do rocambole (reservada acima), abra com cuidado, espalhe uma camada de maionese, o recheio de sua preferência e enrole com cuidado. Transfira para uma assadeira untada, pincele o rocambole com molho de tomate, polvilhe queijo meia cura ralado a gosto e leve ao forno médio preaquecido a 180°C por cerca de 10 minutos para gratinar. Sirva em seguida.

Recheio de carne seca: Numa panela coloque o fio de óleo, a cebola picadinha e o alho e leve ao fogo médio até dourar (cerca 5 minutos). Adicione pimenta vermelha picada a gosto, a carne seca e o molho de tomate. Misture bem, corrija o sal e polvilhe salsinha picada a gosto.

Recheio de palmito: Numa panela aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho até dourar. Acrescente o palmito, os tomates, o caldo de carne, a água misturada com a fécula de batata, sal e pimenta do reino a gosto e refogue por mais 3 minutos. Junte a azeitona verde e cheiro verde picado a gosto e misture.

Reprodução Site Mais Você / Foto: Daniela Meira

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A maior satisfação do Restaurante Andrade é dizer que durante toda sua existência tem  recebido milhares de clientes e amigos de terça à domingo para saborear suas receitas e  arrastar o pé dançando ao som do contagiante ritmo Brasileiro, o legítimo Forró Pé-de-  Serra. Em pouco tempo de boteco, sentiu-se na obrigação de conhecer melhor a fórmula dos  pratos típicos do Nordeste. Mais de duas décadas se passaram e o “boteco”  do Andrade tornou-se o Restaurante Típico mais conhecido de São Paulo, onde o sabor do  tempero do Nordeste se mistura com Forró. Tem feijão de corda, peixes, moquecas e  a  delicosa Carne Seca Desfiada com Creme de Jerimum, Creme de Mandioca e Queijo de Coalho  ao Forno.

Funcionamento da casa:

Almoço: terça a domingo:das 12 as 15hs

Sábado: das 12 as 16hs. Domingo: das  12 as 17hs com musica ao vivo!

Jantar: terça a sábado: a partir das 19hs sempre com musica ao vivo!

Restaurante Andrade

R. Artur de Azevedo, 874 – Pinheiros – Z.Oeste

Fone: (11) 3085-0589 | 3064-8644


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Originário do Rio Grande do Sul, o Arroz de Carreteiro surgiu quando os transportadores de cargas que atravessavam o sul do Brasil em carretas puxadas por bois, cozinhavam em panela de ferro uma mistura de charque (carne de sol) picada com arroz.

Sem contar com geladeira e, tampouco, ter como congelar a carne, o carreteiro valia-se da carne de sol, que no Rio Grande do Sul é conhecida como charque (preparado nas charqueadas), e esta se conservava durante os muitos dias da viagens empreendida pelo carreteiro transportador de cargas. Este, diferente dos mascates (caixeiro-viajante – comerciante ambulante), que, em geral, se valiam de carroças puchadas por cavalos, não ia de casa em casa ou de estância em estância, mas seguia entregando suas cargas pelo menor curso direto ao destino.

Receita by Cyber Cook
Foto by Maria José

Ingredientes:
 
5 kg de arroz
1 1/2 kg de bacon
4 kg de carne seca
2 kg de lingüiça calabresa defumada
2 kg de lingüiça mista
1 kg de cebola
2 cabeça(s) de alho
500 ml de óleo de soja  

Modo de preparo: 
 
Corte a Carne Seca em cubo e ferva 2 vezes trocando de água a cada fervura para retirar o excesso de sal. Frite o bacon até dourar e reserve, frite as lingüiças e reserve. Em seguida coloque o alho e depois a cebola e deixe refogar até dar o ponto. Em seguida coloque a carne seca ,a lingüiça e o bacon, deixe dar uma boa refogada depois coloque o arroz , e frite. Coloque a água fervente o necessário e deixe secar até servi-lo.

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No início a base da economia Piauiense era o charque (carne de sol ou seca), o que caracterizou os pratos locais.

Os temperos verdes e frescos como a salsinha, o coentro, a cebolinha verde e branca e a pimenta-de-cheiro, são bastante característicos da culinária piauiense.

No litoral os peixes são preparados com os mesmo temperos que as carnes, variando apenas quando recebem o leite de coco e a farinha de mandioca.

Pratos típicos são o capote (galinha d angola), carneiro ao leite de coco, paçoca de carne seca, baião de dois, buchada de bode, o capão cheio (galo capado cozido) e o mucunzá.

Os doces do Piauí são bem variados, compotas de caju, manga, goiaba, mangaba, buriti, bacuri, laranja-da-terra e de cascas de limão azedo.

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa amapaense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa acreana, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa roraimense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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