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Posts Tagged ‘baião de dois’

O Bar e Restaurante Rota do Acarajé oferece na capital de São Paulo a culinária baiana com suas tradicionais comidas típicas e com um atendimento diferenciado.
São destaques: o acarajé, o abará, as moquecas, a carne-seca, a carne-de-sol, a quiabada, o escondidinho, o arrumadinho, o bobó de camarão, o cozido baiano, o bião de dois,entre outras especialidades.
A  cozinha conta com uma legítima baiana, a dinâmica Rose, experiente profissional especializada na culinária da Bahia, ela prepara a comida a vista de todos e dá todas as explicações sobre a feitura de cada prato.  Eles cuidam de uma freguesia fiel e selecionada e que aprecia o ambiente informal e agradável da Rota do Acarajé, bem como o ator Danny Glover que já frequentou o espaço.

Rua Martim Francisco, 529/533 – Santa Cecília – São Paulo – SP

Fones: 3668-6222/ 3825-3984

A cozinha funciona de terça-feira à sábado das 12h as 23h e Domingos até as 18:30h.

 

 

 

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Perdido numa remota rua do Mandaqui, o pé-sujo tem instalações simplórias. O banheiro, por exemplo, fica no depósito de bebidas; para usá-lo é preciso pedir a chave. Acomodado em mesas de ferro com capa de lona, o pessoal bebe cervejas de marcas populares (e outras nem tanto, como a fluminense Therezópolis e a alemã Erdinger). Da cozinha minúscula do potiguar Ney, saem pratos regionais – vaca atolada, baião de dois com carne de cabrito, sarapatel, galo caipira – e caldos substanciosos, de feijão, mocotó e o “mocofava” ( mistura de mocotó e favas). A cumbuca pequena satisfaz plenamente uma pessoa.

 R. Judite Zumkeller, 152, Mandaqui, São Paulo, SP

Telefone: (11) 2203-5475 

 

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Criado em Salvador há 40 anos, o Tabuleiro tem filial em São Paulo com decoração brejeira. É um lugar simples e agradável com sua decoração alegre e com diversos objetos que lembram a Bahia, como as fitinhas de Bonfim.
Oferece especialidades baianas como acarajé, tapioca (com oitotipos de recheio) e moquecas (de vários peixes e camarões). Há uma variedade de pratos típicos, a carne-de-sol, o escondidinho, o bobó de camarão, o baião de dois, entre outras especialidades.

Tabuleiro  

Rua Ribeirão Claro, 319 – Vila Olímpia – São Paulo

Telefone: 3846-9593

Aceita cheques e os cartões MasterCard, Visa. Possui cadeirões para bebês. Possui menu executivo. 40 lugares.

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Desde 1991, o  Bar do Biu oferece o que há de melhor em gastronomia nordestina preparada com carinho e dedicação. Localizado no bairro de Pinheiros, apresenta um ambiente simples, boteco do lado de fora e esconde em seu interior um salão com paredes azuladas e uma cozinha que exala um cheirinho de dar água na boca, comanda pelas mãos de dona Edinólia, a Edí. O bar costuma lotar aos finais de semana, o que gera fila de espera. O público é descolado aos sábados, vão músicos, publicitários e artistas plásticos. Aos domingos, famílias se reúnem para almoçar. Para beber, as marcas mais populares de cerveja. E de sobremesa, pudim de leite.

O Bar do Biu participou três anos consecutivos no concurso Boteco Bohemia, e, em sua terceira participação levou o terceiro lugar no quesito atendimento. Uns dos pratos mais pedidos na casa é o Baião de dois, tradicional da culinária nordestina, preparado com mais de dez ingredientes, além da tradicional feijoada, escondidinho e muqueca de peixe.

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 776 – Pinheiros – São Paulo 

Região Oeste – Metrô Sumaré

Fone: (11) 3081-6739

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No início a base da economia Piauiense era o charque (carne de sol ou seca), o que caracterizou os pratos locais.

Os temperos verdes e frescos como a salsinha, o coentro, a cebolinha verde e branca e a pimenta-de-cheiro, são bastante característicos da culinária piauiense.

No litoral os peixes são preparados com os mesmo temperos que as carnes, variando apenas quando recebem o leite de coco e a farinha de mandioca.

Pratos típicos são o capote (galinha d angola), carneiro ao leite de coco, paçoca de carne seca, baião de dois, buchada de bode, o capão cheio (galo capado cozido) e o mucunzá.

Os doces do Piauí são bem variados, compotas de caju, manga, goiaba, mangaba, buriti, bacuri, laranja-da-terra e de cascas de limão azedo.

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Os primeiros colonizadores da região foram os franceses, porém o território já era habitado por índios. Dos índios originou a palavra “POTIGUAR”, que significa “comedor de camarão”, nome dado a quem nasce no Estado, devido a grande abundancia do crustáceo na sua costa, o que faz hoje o Rio grande do Norte ser um dos maiores criadores de camarão do Brasil.

O camarão é criado nas proximidades de Natal, numa região chamada de Costa das Dunas, em fazendas de carcinicultura.  Com ele são preparados pratos típicos como o bobó de camarão, o camarão ao creme de milho, o camarão refogado com temperos (servido com abacaxi, manteiga de garrafa e arroz-da-terra), o camarão com legumes, manga e cachaça, o camarão com leite de coco, o camarão na moqueca e o camarão na paella.

Pelo vasto litoral, peixes e frutos do mar somados ao leite de coco formam as receitas mais populares como a peixada com leite de coco, legumes e temperos verde e a caranguejada.

O coco foi introduzido pelos portugueses, após expulsarem os colonizadores holandeses que invadiram as terras do Estado. Com os holandeses foram aprendidas técnicas de exploração do sal.

Durante muito tempo as principais atividades eram a criação de gado e a cultura da cana-de-açúcar. Sendo assim, produtos vindo da pecuária são a carne de sol, o charque (carne seca) e os derivados do leite, produzidos principalmente em Seridó e em Caicó, cidades que fazem divisa com a Paraíba.

O caranguejo também é muito consumido, na caranguejada, no arroz de caranguejo e como petisco com as patinhas de caranguejo.

Os peixes de pequeno porte como o cangulo, a sanhoá, a biquara e a carapéba, são fritos em azeite-de-dendê e servidos com legumes e tapioca, levando o nome de “guinea com tapioca”. Peixes como arabaiana, a coiba, a cavala, a bicuda, o pargo e a garoupa, compõem as peixadas, as moquecas ou são assados na grelha, sempre servidos com farofa, purê de jerimum (abóbora-moranga) e caldo de camarão.

No interior do Estado a alimentação se baseia em alimentos derivados do leite e da carne. Entre os mais usados estão o queijo manteiga, o queijo coalho e a carne de sol. Com eles é feita a carne de sol frita, assada ou na brasa, acompanhada de farofa d água ou do sertão, arroz de leite, feijão-verde, macaxeira cozida ou frita, a manteiga de garrafa, a paçoca de carne de sol, o baião de dois, a carne de sol batida com nata, a carne de sol com queijo coalho, o arrumadinho de charque e o escondidinho (a carne seca temperada com coentro e cebola fica encoberta pela macaxeira e pelo queijo coalho).

Com caprinos é feito o carneiro guisado, a buchada de bode e o picadinho de carneiro. Com a carne suína é feita a lingüiça do sertão, o sarapatel e o chouriço.

O acompanhamento mais popular para os pratos, é feito um cuscuz de mílho com feijão-verde (ou feijão-de-corda).

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A culinária é muito parecida com a de outros estados, principalmente Pernambuco, já que até 1817 fez parte do território pernambucano.

Sua culinária tem influencia indígena, portuguesa e africana. Dos índios são usados cereais como o milho, raízes e tubérculos. Dos portugueses o azeite de oliva, o bacalhau, o vinho e as técnicas de preparo dos caldos, ensopados e cozidos. Dos africanos veio o gosto per ingredientes como o coco e a pimenta.

No agreste são usados o charque (carne seca), carne de capivara, e especialmente de bode, também são usados milho, feijão, arroz, farinha de mandioca, manteiga de garrafa, queijo coalho e manteiga do sertão.

No litoral a base das receitas são os pescados e água de coco. Entre os peixes estão a cavala, o badejo, a araboina, a cioba, a agulha, a carapeba, o olho-de-boi e o robalo, com os quais são preparados na pescada alagoana, sempre utilizando coentro legumes, acompanhado de mingau pitinga (um pirão de pupa – mandioca fermentada). Ainda com os peixes, são preparados moquecas, filé ao molho de camarão e fritadas, especialmente de agulha.

Os frutos do mar, camarão, lagosta, polvo, lula, marisco, siri, muçunim, taioba, siri do coral, sururu e caranguejo, os quais são cozidos ou fritos nas caldeiradas e ensopados. Para acompanhar, mingau pitinga e molho de pimenta. Outras receitas encontradas são a casquinha de siri, o frito misto (prato com camarão, lula e agulhas fritos), o catado de siri de coral, polvo ao molho de coco e siri capado.

No litoral norte, conhecido por Costa dos Corais, pratos como a lagosta com azeite de oliva, a moqueca e o camarão ao alho e óleo.

Das Lagoas de Mundarí e Manguaba, na região de Maceió e Marechal Deodoro, encontramos carapebas, camurins (robalos) e curimãs, além de camarões, os quais são servidos em fritadas, e “de cueca” (quando se deixa metade da casca), sendo o preferido o sururu, que é preparado de várias maneiras.

Nas proximidades das lagoas ficam os manguezais, onde encontramos siris, guaimuns, caranguejos uçá e moluscos como a taioba e o maçunim.

No Sertão do Agreste, são comuns as carnes de bode, carneiro, porco, galinha e boi, feitos em baião de dois, buchada de bode, sarapatel, carne de sol na brasa, galinha ao molho pardo, costelinha de carneiro grelhada, amarradinho, paçoca sertaneja e feijão de coco. Sendo acompanhados por pirão de leite ou de ovo.

Nas cidades ribeirinhas ao Rio São Francisco é comum o pitu (camarão de água doce), com o qual é feita a pituzada, na qual são colocados no molho de coco e servida com pirão e arroz.

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