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Posts Tagged ‘farinha’

Um acompanhamento muito fino: farofa de frutas secas!

INGREDIENTES 

1 pacote de pão de forma sem casca
100g de uva passa
¼ de xícara de vinho do porto
50g de damasco picado
½ xícara de água
1 cebola pequena ralada
100g de tâmara cortada em fatias finas
100g de ameixa preta cortada em fatias finas
2 colheres (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) de salsinha picada
3 ovos cozidos passados no espremedor de batata
Sal e pimenta do reino a gosto

MODO DE PREPARO 

Desfie o pão com a ponta dos dedos. Aqueça o forno a 160ºC (baixo) e acomode o pão desfiadinho numa assadeira bem grande, formando uma só camada (se precisar use 2 assadeiras). Deixe o pão dourar levemente (aproximadamente 20 minutos). Se o pão dourar muito, esfarele-o com a mão. Ele não deve ficar duro, senão não vai misturar com as frutas secas. Enquanto isso, afervente as passas no vinho do porto até ele secar. Reserve. Depois em outra panela, ferva o damasco com a água até ficar macio. Coe e reserve só o damasco. Aqueça o óleo numa panela bem larga, acrescente a cebola e deixe amolecer, acrescente a manteiga e todas as frutas secas. Acrescente o pão e mexa. Por último acrescente a salsinha e tempere com sal e pimenta.

RENDIMENTO: 4 porções

Chef Paula Rizkallah – Atelier Gourmand – http://www.ateliergourmand.com.br

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No início a base da economia Piauiense era o charque (carne de sol ou seca), o que caracterizou os pratos locais.

Os temperos verdes e frescos como a salsinha, o coentro, a cebolinha verde e branca e a pimenta-de-cheiro, são bastante característicos da culinária piauiense.

No litoral os peixes são preparados com os mesmo temperos que as carnes, variando apenas quando recebem o leite de coco e a farinha de mandioca.

Pratos típicos são o capote (galinha d angola), carneiro ao leite de coco, paçoca de carne seca, baião de dois, buchada de bode, o capão cheio (galo capado cozido) e o mucunzá.

Os doces do Piauí são bem variados, compotas de caju, manga, goiaba, mangaba, buriti, bacuri, laranja-da-terra e de cascas de limão azedo.

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O Sergipe é o menor Estado brasileiro e sua culinária é muito semelhante a culinária de outros Estados da Região Nordeste, mais especificamente Bahia, Pernambuco e Alagoas. Seus pratos principais são as moquecas, as frigideiras e as peixadas.

As moquecas sergipanas levam em suas receitas os pecados, a arraia, o pitu e o surubim (encontrados nos Rios Real e São Francisco, os mais importantes do Estado).

O coco é empregado na preparação das moquecas, dos ensopados, das peixadas e da caranguejada (sendo utilizados os caranguejos guaiamum, uçá e o siri  – encontrados nos mangues próximos a foz do Rio São Francisco), tendo por acompanhamento o pirão.

No sertão o forte é a carne de sol, podendo ser assada ou frita na manteiga-de-garafa e como acompanhamento o pirão de leite com farinha de mandioca e a macaxeira cozida.

O milho também é muito apreciado, assado ou cozido e também sendo ingrediente de bolos, canjicas, pamonhas, curaus, cuscuzes, e muguzás.

As frutas são bem variadas, sendo mais usado o caju em calda, cristalizado ou desidratado. A mangaba e o jenipapo são bastante usados em sorvetes e doces. Além dessas há o umbu, majalão, murici, jabuticaba, cajá, pitomba, ubaia, também utilizados no preparo de doces e sorvetes.

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Começou a ser colonizada em 1585 e o seu marco inicial foi o Forte de São Felipe, construído para de se fender dos ataques franceses.

A culinária paraibana tem influencia portuguesa, indígena e africana, utiliza-se ingredientes como a mandioca, a carne de sol e o milho. Dos portugueses veio o preparo dos caldos e ensopados, principalmente de peixes e frutos do mar. Dos índios o uso da mandioca, do milho e carnes dos pescados e das caças. Dos africanos a utilização do coco, do azeite-de-dendê e da pimenta.

Os pratos que representam a culinária paraibana são as pescadas, os ensopados de frutos do mar e as preparações com carne seca, como a paçoca, ou assada ou frita na manteiga-de-garrafa, acompanhada de farinha de mandioca.

No litoral há grande número de espécies de peixes e frutos do mar, beijupirá, pescada, badejo, arraia, agulha, cavala, camarões, lagostas e caranguejos. Nas peixadas é utilizado o leite de coco e temperos verdes (cebolinha, salsinha e coentro), na composição do molho, além da cebola, do urucum e fubá, é acompanhada de arroz branco e pirão. Os peixes são fritos ou assados. O camarão, a lagosta, a lula e as outras são preparado com leite de coco. Porém o prato mais típico do litoral paraibano é o ensopado de caranguejo.

Devido à escassez de alimentos vegetais e frescos no sertão, a culinária é à base de carne de sol (feita de carne de boi, carneiro ou bode).

Em especial, a cidade de Cabaceiras tem o maior rebanho caprino, por ter o menor índice pluviométrico do Brasil, sendo estes animais mais resistentes a essa condição. Com a carne do gado caprino são feitos cabrito assado, carne de sol de cabrito, lingüiça e buchada. Curiosamente, também existem a pizza de bode e o sanduíche Mcbode.

É também muito consumida a galinha caipira.

Com o milho é preparado o xerém, a canjica, a pamonha e o cuscuz.

O queijo coalho e a manteiga-de-garrafa estão presentes em quase todas as receitas.

Como doces e sobremesas temos a cartola, a pamonha, o pé-de-moleque, a tapioca com recheio doce, o queijo coalho assado com mel de engenho, a torta de castanha de caju, a coalhada com rapadura e os doces de caju, goiaba e outras frutas regionais.

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa amapaense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa acreana, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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A culinária da Região Amazônica é uma das que mais preservou suas origens, graças à abundância de produtos locais e o isolamento de outras regiões do Brasil.

Marcada fortemente pela influência indígena, absorveu algumas técnicas e alguns ingredientes portugueses, principalmente nos cozidos e nos ensopados. Dos africanos, a utilização do leite de coco e do azeite-de-dendê.

O ciclo da borracha, no final do século XIX, grande número de nordestinos migraram para a região, os quais trouxeram a carne seca e as moquecas. No século XX, com a criação da Zona Franca de Manaus, vieram migrantes do Sul e Sudeste, e com eles o habito de consumir legumes e verduras.

Utilizam-se frutas e peixes dos rios na cozinha amazônica.

Por ser a maior bacia hidrográfica do país, abriga quase duas mil espécies de peixes, o que explica o alto consumo de pescados. Entre as espécies mais apreciadas estão o tambaqui, o matrinxã, o jaraqui, o pacu, o pirarucu, o surubim, o filhote e o tucunaré, os quais são assados na brasa ou no forno, em caldeiradas, cozidos ou fritos. Um ingrediente muito usado nos cozidos é o leite de castanha-do-pará.

Como acompanhamento temos dois molhos, o tucupi (feito do sumo da mandioca brava) e o urubé (feito com o sumo da mandioca fervido com sal, pimenta-malagueta, alho e ervas aromáticas). As farinhas também não faltam na mesa roraimense, sendo a mais apreciada a de Urini, feita de mandioca ralada e enrolada a mão para formar bolotas. Outro acompanhamento é o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca.

Para deixar os pratos com um sabor mais forte, há vários tipos de pimenta, a murupi, a malagueta e a pimenta-de-cheiro.

Existem também receitas mais exóticas como a sopa de tartaruga, a mixira de peixe-boi (uma lingüiça em conserva feita com o fígado do animal), pratos com carne de caça ou de quelônios, porém são cada vez mais raros, pelo seu caráter predatório, o que levou as tartarugas, destinadas para esse consumo, serem criadas em cativeiro.

Dentre as frutas utilizadas no preparo de sobremesas e sucos, as mais apreciadas são o bacuri, a manga, a pupunha, a bacaba, o cupuaçu, o açaí, a graviola, o buriti, o patauá, o taperobá, e o araçá.

Um prato muito típico no final de tarde é o tacacá, uma espécie de sopa servida em cuias, feita com tucupi, camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu (erva que causa leve sensação de adormecimento nos lábios).

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