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Archive for the ‘Mineira (Minas Gerais)’ Category

Curiosidade: Estudos dizem que o pão de queijo surgiu na época dos escravos. A mandioca era o pão do índio brasileiro. O ovo e o leite é uma herança dos portugueses, que com o com o polvilho, reinventaram o pão de queijo. Há outros indícios de que a receita tenha aparecido nas fazendas de Minas , quando as cozinheiras preparavam para servir seus senhores, na época em que havia grande oferta de leite, ovos e queijos.
Comer queijo após as refeições era hábito antigo, mas no século XIX, o queijo sobrava e endurecia. Como a farinha que chegava até as fazendas era de baixa qualidade, as cozinheiras passaram a substituí-la por polvilho nas receitas dos pães.
Somente na década de 1960, o pão de queijo expandiu sua carreira de sucesso, principalmente em Minas Gerais. Coincidentemente nessa época aconteceu o desenvolvimento das quitandas. Rapidamente, em todo o país se consumia e apreciava essa iguaria, que tornou-se tipicamente mineira.(fornodeminas.com.br).

Segue receita do Pão de Queijo, comer quentinho é mesmo uma delícia!

INGREDIENTES

2 caixas de creme de leite (sem soro)
250g de queijo parmesão ralado
250g de queijo mussarela ralado
500g de polvilho doce
Sal a gosto

MODO DE PREPARO

Numa tigela coloque o creme de leite, o queijo parmesão, o queijo mussarela, o polvilho doce e sal a gosto. Amasse bem até soltar das mãos. Com as mãos, pegue pequenas porções de massa e faça bolinhas. Numa assadeira untada com manteiga coloque as bolinhas e leve ao forno preaquecido a 180°C até dourar.

Receita do site: http://anamariabraga.globo.com

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O pão de queijo, receita típica de Minas Gerais, tem origem é incerta, mas especula-se que exista desde o século XVIII. Apesar disso, apenas ficou popular em todo o Brasil a partir da década de 50. Atualmente o pão de queijo é exportado congelado para a América Latina, EUA, Europa, Japão e lugares.

 

 

 


Ingredientes:

80 ml de leite
80 ml de óleo vegetal
80 ml de água
450 g de farinha de mandioca
170 g de queijo duro (por exemplo cheddar)
2 ovos
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Misture o leite, água e óleo numa panela e ferver até que apareça uma espuma branca. Adicione a farinha à mistura quente e misturar para formar uma bola firme e deixe descansar por 15 minutos.

Pré-aqueça o forno a 190°C.

Misture os ovos e queijo (mais sal e pimenta) à massa, a qual ficará molhada e grudenta. Unte as mãos e faça pequenas bolas. Coloque-as deixando cozinhar por 15-20 minutos até que comece a dourar.

Rende torno de 20 pães de queijo.

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Nem precisamos falar que se trata de uma comida saborosamente temperada com todo o jeitinho da comida caseira lá de Minas… hmmm!!!!

Em São Paulo, localizado próximo a um dos principais centros financeiros: Av. Paulista. Foi inaugurada em Agosto de 2003 e suas várias filiais no Rio de Janeiro.

No cardápido, eles também incluem o Buffet Self-Service bem variado e que agrada a qualquer paladar.

Restaurante À Mineira
Alameda Joaquiem Eugênio de Lima, 697 – Jardins
São Paulo – SP

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Desde o período colonial, o transporte das mais diversas mercadorias era feito por tropas a cavalo ou em lombos de burros. Os homens que guiavam esses animais eram chamados de tropeiros. Até a metade do século XX, eles cortaram ainda boa parte do estado de São Paulo, conduzindo gado. O feijão misturado a farinha de mandioca, torresmo, lingüiça, ovos, alho, cebola e temperos, tornou-se um prato básico do cardápio desses homens. Daí a origem do nome feijão tropeiro, numa referência direta aos integrantes do movimento tropeirista paulista.

Ingredientes:

500g de feijão-carioca ou roxinho
200g de toucinho defumado ou bacon
5 ovos
1 concha de gordura de porco (ou óleo de canola ou de milho)
4 dentes de alho picado
1 cebola média em cubinhos
1 colher (sopa) de sal
200g de farinha de mandioca
salsinha e cebolinha picadas a gosto
pimenta a gosto

Modo de preparo:

Cozinhe o feijão e reserve.

Frite o toucinho e também reserve. Na mesma gordura, acrescente a gordura de porco e doure o alho a cebola e o sal. Refogue o feijão por cerca de 5 minutos. Acrescente a farinha de mandioca aos poucos. Decore com o toucinho, os ovos, a salsinha e a cebolinha.

Sirva com lingüiça frita e couve refogada

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O Santa Gula e o Bar do Santa resolveram atrair o público mais jovem pelo bolso! Durante todo o mês de Maio os jovens de até 29 anos pagam 50% em qualquer prato. O picadinho do Santa Gula, com filé de farofa, banana, pastéis, ovo, arroz e feijão, de R$42,00 sai por R$21,00 e no Bar do Santa, a picanha grelhada com espaguete ao alho e óleo e pimenta-dedo-de-moça cai para R$16,00 – se o cliente, munido de documento com foto, comprovando ter até 29 anos. Ambos na Vila Madalena.

Santa Gula – Rua Fidalga, 340
F: (11)3812 7815
Bar do Santa – Rua Fidalga 330
F: (11) 3819-0504

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Uma festa popular é um ato de preservação das tradições de um povo. Um dos aspectos que mais caracterizam as tradições é a culinária. No Brasil não é diferente, cada Estado  tem a culinária específica para cada festa.

Janeiro

A Festa de Reis é comemorada em todo o país. Tradicionalmente, em comemoração a São Sebastião come-se bacalhau no Pará, na Bahia, no Ceará e no Maranhão.

 

 

 

 

Fevereiro

O Carnaval é comemorado de varias formas por todas as partes do país, os mais famosos são os comemorado no Rio de Janeiro e na Bahia. Na Bahia come-se filhoses, bolinhos de trigo com ovos e manteiga, escaldado em água fervente, depois frito e servidos com calda de açúcar, cravo, erva-doce e canela.

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                            

 Março/Abril

 É comemorada a Semana Santa, onde na sexta-feira da Paixão não se come carne vermelha, aumentando bastante o consumo de peixes, principalmente o bacalhau. No Espírito Santo come-se a torta capixaba que leva peixes e mariscos.

 

 

 

 

Maio

 A Festa do Divino Espírito Santo é comemorada em todo o Brasil. E Pirenópolis, GO é ser galinha, empadão goiano, arroz com pequi e leitão à pururuca. Em Diamantina, MG há pão de queijo, feijão de tropeiro e bolo de fubá.

 

 

                                                                                                                                                                                             

 Junho

Na Festa Junina, onde são comemorados alguns santos, são servidos diversos pratos a base de milho, muguzá doce e salgado, canjica, cuscuz, curau, pamonha, pé-de-moleque, doce de batata-doce, jerimum, arroz doce e bolos.

  

 

 

                                                                                                                                                                                                                                  

 Julho 

Em São Paulo, SP, mais especificamente no bairro da liberdade, bairro com a maior concentração de descendentes de japoneses, comemora-se a Tanabata Matsuri (a Festa das Estrelas).

 

 

                                                                                                                                                                                                                                                                 

 Agosto

Em São Paulo, SP, mais especificamente no bairro do Bexiga, bairro com a maior concentração de descendentes de Italianos, comemora-se a  Festa de Nossa Senhora da Achiropita onde come-se comidas típicas do sul da Itália, principalmente massas. No centro do Xingu, MT é realizada a maior festa indígena do Brasil o Quarup onde come-se peixes moqueado e mandioca.

 

 

                                                                                                                                                                                                              

 Setembro

 Em Porto Alegre, RS é comemorada a Semana Farroupilha com shows pratos e danças típicas. Em Alter do Chão, PA é comemorada a Festa do Sairé com pratos feitos com peixes da Região.

 

 

                                                                                                                                                                                                               

 Outubro

Na cidade de Belém, PA comemora-se o Círio de Nazaré onde é servido o pato no tucupi, a maniçoba, e o tacaca. Em Blumenau, SC é comemorada a Oktoberfest, onde são servidos o marreco com repolho roxo, eisben e kassler e muita cerveja. Em Itajaí, SC comemora-se a Marejada, na qual são apreciados o bolinho de bacalhau e a sardinha na brasa.

 

 

                                                                                                                                                                                                                 

 

 Novembro/Dezembro

 O final do ano trás o ciclo natalino, o qual é marcado pela presença do peru, do frango, do leitão, do pernil, das frutas cristalizadas ou secas, e o panetone em todas as Regiões do Brasil.

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A cozinha mineira possui elementos que a tornam bem característica, o forno a lenha, a panela de barro, pedra sabão ou ferro. Sendo os pratos mais tradicionais o angu, o tutu de feijão, o frango ao molho pardo e, não podendo esquecer do prato mais característico do Estado, o pão-de-queijo.

Usa-se muito a couve, a cebola, a salsinha, ambos plantados no próprio quintal.

Tropeiros e garimpeiros trouxeram alimentos capazes de serem conservados como toucinho, farinha de mandioca, açúcar, feijão, milho e carne seca. A dieta então era composta de feijão cozido junto com a carne seca, misturados a farinha de mandioca, originando um dos pratos mineiros mais conhecidos, o feijão-tropeiro.

A culinária mineira tradicional surgiu em cidades onde havia a mineração, hoje cidades histórica, como Diamantina, Mariana, São João Del Rey, Tiradentes, Sabará, Ouro Preto, Santa Luzia.

Minas, porém, tem uma culinária menos famosa, nas cidades a margem dos rios São Francisco, Paracatu, Jequitinhonha, Doce e Murici, peixes como curimatá, dourado, pacu, bagre, piau e, principalmente surubim e traíra consumidos em moquecas, fritos na brasa ou na forma mais tradicional, a paçoca, através de uma técnica indígena onde o peixe é frito e levado ao pilão para ser socado com farinha de milho ou mandioca até virar uma pasta úmida.

Biscoito de polvilho, broa de fubá com erva doce, curau, pamonha, canjica com leite, biscoitinhos de argolinhas mineiras, mentiras, pão de ló d’água, bolo de fubá e inhame e roscas variadas.

Um fato que chama a atenção é que o mineiro não tem o habito de tomar leite, costume que vem de séculos passados, onde se acreditava que o leite, assim como a manteiga fazia mal à saúde, motivo pelo qual o queijo, consumido fresco ou curado, sendo as variações mais conhecidas, minas (ou fescal), reino e do sino, se tornou tão popular no Estado. Outro habito dos mineiros é o de consumir muito café.

O triângulo mineiro é local de criação de gado de corte. Típica de Montes Claros é a carne serenada. Nas estâncias hidrominerais, Poços de Caldas e Guaxupé predominam os doces. Na Serra da Mantiqueira, em cidades com Monte verde e Gonçalves, as trutas são as estrelas.

Um ponto importante é que na culinária mineira, a fartura é um elemento importantíssimo.

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