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Posts Tagged ‘escondidinho’

Criado em Salvador há 40 anos, o Tabuleiro tem filial em São Paulo com decoração brejeira. É um lugar simples e agradável com sua decoração alegre e com diversos objetos que lembram a Bahia, como as fitinhas de Bonfim.
Oferece especialidades baianas como acarajé, tapioca (com oitotipos de recheio) e moquecas (de vários peixes e camarões). Há uma variedade de pratos típicos, a carne-de-sol, o escondidinho, o bobó de camarão, o baião de dois, entre outras especialidades.

Tabuleiro  

Rua Ribeirão Claro, 319 – Vila Olímpia – São Paulo

Telefone: 3846-9593

Aceita cheques e os cartões MasterCard, Visa. Possui cadeirões para bebês. Possui menu executivo. 40 lugares.

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Desde 1991, o  Bar do Biu oferece o que há de melhor em gastronomia nordestina preparada com carinho e dedicação. Localizado no bairro de Pinheiros, apresenta um ambiente simples, boteco do lado de fora e esconde em seu interior um salão com paredes azuladas e uma cozinha que exala um cheirinho de dar água na boca, comanda pelas mãos de dona Edinólia, a Edí. O bar costuma lotar aos finais de semana, o que gera fila de espera. O público é descolado aos sábados, vão músicos, publicitários e artistas plásticos. Aos domingos, famílias se reúnem para almoçar. Para beber, as marcas mais populares de cerveja. E de sobremesa, pudim de leite.

O Bar do Biu participou três anos consecutivos no concurso Boteco Bohemia, e, em sua terceira participação levou o terceiro lugar no quesito atendimento. Uns dos pratos mais pedidos na casa é o Baião de dois, tradicional da culinária nordestina, preparado com mais de dez ingredientes, além da tradicional feijoada, escondidinho e muqueca de peixe.

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 776 – Pinheiros – São Paulo 

Região Oeste – Metrô Sumaré

Fone: (11) 3081-6739

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Os primeiros colonizadores da região foram os franceses, porém o território já era habitado por índios. Dos índios originou a palavra “POTIGUAR”, que significa “comedor de camarão”, nome dado a quem nasce no Estado, devido a grande abundancia do crustáceo na sua costa, o que faz hoje o Rio grande do Norte ser um dos maiores criadores de camarão do Brasil.

O camarão é criado nas proximidades de Natal, numa região chamada de Costa das Dunas, em fazendas de carcinicultura.  Com ele são preparados pratos típicos como o bobó de camarão, o camarão ao creme de milho, o camarão refogado com temperos (servido com abacaxi, manteiga de garrafa e arroz-da-terra), o camarão com legumes, manga e cachaça, o camarão com leite de coco, o camarão na moqueca e o camarão na paella.

Pelo vasto litoral, peixes e frutos do mar somados ao leite de coco formam as receitas mais populares como a peixada com leite de coco, legumes e temperos verde e a caranguejada.

O coco foi introduzido pelos portugueses, após expulsarem os colonizadores holandeses que invadiram as terras do Estado. Com os holandeses foram aprendidas técnicas de exploração do sal.

Durante muito tempo as principais atividades eram a criação de gado e a cultura da cana-de-açúcar. Sendo assim, produtos vindo da pecuária são a carne de sol, o charque (carne seca) e os derivados do leite, produzidos principalmente em Seridó e em Caicó, cidades que fazem divisa com a Paraíba.

O caranguejo também é muito consumido, na caranguejada, no arroz de caranguejo e como petisco com as patinhas de caranguejo.

Os peixes de pequeno porte como o cangulo, a sanhoá, a biquara e a carapéba, são fritos em azeite-de-dendê e servidos com legumes e tapioca, levando o nome de “guinea com tapioca”. Peixes como arabaiana, a coiba, a cavala, a bicuda, o pargo e a garoupa, compõem as peixadas, as moquecas ou são assados na grelha, sempre servidos com farofa, purê de jerimum (abóbora-moranga) e caldo de camarão.

No interior do Estado a alimentação se baseia em alimentos derivados do leite e da carne. Entre os mais usados estão o queijo manteiga, o queijo coalho e a carne de sol. Com eles é feita a carne de sol frita, assada ou na brasa, acompanhada de farofa d água ou do sertão, arroz de leite, feijão-verde, macaxeira cozida ou frita, a manteiga de garrafa, a paçoca de carne de sol, o baião de dois, a carne de sol batida com nata, a carne de sol com queijo coalho, o arrumadinho de charque e o escondidinho (a carne seca temperada com coentro e cebola fica encoberta pela macaxeira e pelo queijo coalho).

Com caprinos é feito o carneiro guisado, a buchada de bode e o picadinho de carneiro. Com a carne suína é feita a lingüiça do sertão, o sarapatel e o chouriço.

O acompanhamento mais popular para os pratos, é feito um cuscuz de mílho com feijão-verde (ou feijão-de-corda).

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