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Posts Tagged ‘alho’

Para os amantes de peixe e a pedidos, segue uma receitinha bem temperadinha.

As Tainhas distribuem-se por todo o mundo, ocupando águas costeiras temperadas ou tropicais, existindo algumas espécies que vivem também em água doce. É um peixe largamente utilizado na alimentação humana: por exemplo, desde o Império Romano.

Receita by Cintia Eico Taniguchi para o site Tudo Gostoso
Foto by Cintia Eico Taniguchi

Ingredientes:

1 tainha de 1,5 kg a 2 kg limpa
Sal a gosto
orégano á gosto
Suco de 2 limões grandes
4 dentes de alho amassado e picado
1/2 maço de coentro

Modo de preparo:

Em uma tigela coloque o sal, o orégano, o limão e o alho, misture bem e regue sobre o peixe (faça talhos no peixe para pegar melhor o tempero). Coloque o coentro sobre o peixe e dentro dele e deixe marinar por cerca de 3 horas (na geladeira). Retire o coentro do peixe após as 3 horas.

Unte uma forma com óleo, coloque o peixe e leve para assar em forno médio por cerca de 1 hora e meia à 2 horas ou até dourar. Quando faltar 15 minutos para retirar do forno, coloque rodelas de tomate e pimentão sobre o peixe

Dicas: Após assado colocar em uma travessa enfeitada com alface.

Servir acompanhado de batatas assadas e arroz branco.

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Eis uma lista de alimentos que supostamente agem como afrodisíacos.

Alguns são considerados afrodisíacos apenas por causa de sua forma e outros por causa de seu aroma, ao passo que outros ainda alegam ter uma base química para seus poderes “amorosos”. Esta lista está longe de ser completa e, a menos que se prove o contrário, não existem pesquisas que comprovem essas alegações.

 

Alcaçuz
Na antiga China, usava-se o alcaçuz para aumentar o amor e o desejo. Segundo Alan R. Hirsch, MD, diretor de neurologia, em uma clínica em Chicago, que realizou um estudo sobre como aromas distintos estimulavam a excitação sexual. constatou que o aroma do alcaçuz aumentou em 13% o fluxo sangüíneo para o pênis.

Alho
Há muito tempo os monges tibetanos não tinham permissão para entrar no mosteiro se tivessem comido alho porque dizia-se que o alho provocava paixões.

Anis
Também conhecida como anis-verde, os antigos gregos e romanos acreditavam que chupar sementes de anis aumentava o desejo. O anis tem compostos estrogênicos (hormônios femininos) que são conhecidos por induzirem efeitos similares aos da testosterona.

Bananas
Além da forma fálica da banana, a flor da bananeira também tem uma forma fálica. Bananas são ricas em potássio e vitaminas do complexo B necessárias para a produção de hormônios sexuais.

Cenoura
Associa-se a forma fálica da cenoura ao estímulo sexual desde a Antigüidade e ela foi usada pela realeza no Oriente Médio para ajudar na sedução.

Chocolate
O chocolate sempre foi associado ao amor e ao romance. É originário das florestas tropicais sul-americanas. Os maias veneravam o cacaueiro e chamavam o cacau de “alimento dos deuses”. Dizem que o imperador asteca Montezumabebia 50 taças de chocolate todo dia para melhorar sua capacidade sexual.
Os pesquisadores estudaram o chocolate e constataram que ele contém feniletilamina e serotonina, duas substâncias químicas que causam “bem-estar”. Elas ocorrem naturalmente no corpo e são liberadas pelo cérebro quando estamos felizes ou apaixonados. O chocolate causa a mesma euforia que sentimos quando estamos apaixonados.
Além dessas duas, os pesquisadores do Instituto de Neurociência em San Diego, Califórnia, dizem que o chocolate também pode conter substâncias que causam o mesmo efeito da maconha sobre o cérebro. A substância em questão é um neurotransmissor chamado anandamida. A quantidade de anandamida no chocolate não é suficiente para deixar a pessoa “ligada” como a maconha, mas pode ser suficiente para contribuir para a sensação de bem-estar produzida pela serotonina e feniletilamina. Isso significa que o chocolate aumenta o desejo sexual? Provavelmente não, mas se ele nos faz sentir bem, pode reduzir nossas inibições e ficamos mais receptivos à sugestão.

Figo
O figo é outra fruta que reivindica qualidades afrodisíacas baseada em sua aparência. Considera-se que um figo aberto é semelhante aos órgãos sexuais femininos. Há séculos a raiz do gengibre é considerada afrodisíaca por causa de seu aroma e porque ela estimula o sistema circulatório.

Manjericão (manjericão-cheiroso)
Durante séculos, as pessoas disseram que o manjericão estimulava o impulso sexual e aumentava a fertilidade, além de produzir uma sensação de bem-estar. Dizia-se que o aroma do manjericão deixava os homens agitados – tanto que as mulheres salpicavam os seios com manjericão seco ou em pó. O manjericão é um dos muitos afrodisíacos conhecidos que pode ter a propriedade de melhorar a circulação sangüínea.

Mamão
O mamão (como a semente de anis) é estrogênico, o que significa que ele tem compostos que agem como o estrogênio, o hormônio feminino. Ele é usado como remédio popular para provocar a menstruação e a produção de leite, facilitar o parto e aumentar a libido da mulher.

Mel
Na época medieval, as pessoas tomavam hidromel, uma bebida fermentada feita com mel, para aumentar o desejo sexual. Na antiga Pérsia, os casais bebiam hidromel todos os dias durante um mês (conhecido como o “mês do mel” – ou “lua de mel”) depois que se casavam para que se adaptassem à nova vida e tivessem um casamento bem-sucedido. O mel é rico em vitaminas do complexo B (necessárias para a produção de testosterona) e em boro (que ajuda o corpo a metabolizar e usar o estrogênio). Alguns estudos sugerem que o mel também pode elevar os níveis de testosterona no sangue.

Noz-moscada
Na China antiga as mulheres consideravam a noz-moscada um poderoso afrodisíaco, e os pesquisadores constataram que ela aumenta o acasalamento em camundongos. Não há indícios que provem que isso aconteça em humanos. Se ingerida em grande quantidade, a noz-moscada pode produzir um efeito alucinógeno.

Ostras
Os romanos descreveram as ostras como afrodisíacos no século II d.C. Elas são ricas em zinco, que está associado ao aumento da potência sexual no homem. (Uma outra hipótese é que a ostra se assemelha aos órgãos genitais femininos.). Recentemente, constatou-se que mexilhões, mariscos e ostras contêm ácido D-aspártico, e os compostos de NMDA (N-metil-D-aspartato) podem ser eficazes na liberação de hormônios sexuais como a testosterona e o estrogênio. Os cientistas ainda não determinaram se há quantidade suficiente desses compostos nos frutos do mar para fazer alguma diferença.

Pepino
Exceto pela forma fálica, acredita-se que o aroma do pepino estimula as mulheres aumentando o fluxo sangüíneo para a vagina.

Pimenta
A ingestão de pimenta gera reações fisiológicas no corpo (por ex., transpiração, aumento da freqüência cardíaca e da circulação sangüínea) semelhantes àquelas vivenciadas quando fazemos sexo. A pimenta contém capsaicina que é responsável pelos efeitos além de ser um ótimo analgésico. Outro efeito descrito causado pela ingestão de grandes quantidades de pimenta é uma irritação dos órgãos genitais e da região urinária que causa sensação semelhante à excitação sexual.

Pinhão
Desde a Idade Média, as pessoas usam o pinhão para estimular a libido. Assim como as ostras, o pinhão também é rico em zinco. O pinhão é usado há séculos no preparo de poções do amor.

Tudo imaginação?

Alguns dizem que o poder dos afrodisíacos está em nossa imaginação. Ou seja, é um efeito placebo, se achamos que alguma coisa vai criar um clima para ficarmos excitados, é isso que acabará acontecendo. O afrodisíaco que consumirmos poderá ou não ser o responsável pelo resultado final. O simples fato de pensar que vai funcionar já é meio caminho andado? A resposta, segundo a maioria das referências, é sim. Alguns estudos mostram que os agentes que parecem funcionar muito bem em determinada ocasião podem não surtir nenhum efeito em outra, ainda que nas mesmas pessoas. Isso leva a maioria dos cientistas a crer que os afrodisíacos têm efeito maior em nossa imaginação do que em outras partes da anatomia humana. Afinal de contas, o órgão sexual mais poderoso é o cérebro. Se nossa mente não estiver no lugar certo, nada acontecerá.

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A culinária sofreu influencias dos índios, africanos e portugueses, Suas principais matérias-primas são os peixes, legumes ervas e raízes.

Conseguiu sua independência somente em 1799 sendo desmembrado de Pernambuco.

Da pesca vêm os peixes, as lagostas, o camarão e o caranguejo. Dos produtos cultivados temos a macaxeira, a batata-doce, o coco, o milho, o feijão, o arroz e a cana-de-açúcar.

Por no passado ter sido um grande distribuidor de couro, ficou por herança o uso da carne seca, pois assim, durava mais após o abatimento do gado somente para a venda do couro não sendo vendida a carne em grande escala.

Pratos típicos são a peixada, a lagosta cozida ou grelhada, o pargo no sal grosso, a panelada, o baião de dois, a carne de sol e o sarrabulho.

Na região costeira prevaleceram os pratos a base de peixe e frutos do mar, embora sejam consumidos pratos com carne de sol e galinhada. Entre os peixes há preferência pelo pargo e pelo serigado (perfeitos para a peixada). A peixada é servida com pirão de farinha de mandioca cozida no caldo feito com a cabeça do peixe. Com os peixes pescada-amarela, garoupa, cavala, robalo, guaiuba e o jupirá, alem da peixada é feita a uma sopa com cebola, pimentão, tomate e cheiro-verde. Quando fritos, são cortados em filés e cobertos com molho de camarão e tomate.

A lagosta, um ícone da culinária, é preparada de forma simples, a fim de preservar o seu sabor. O camarão é muito apreciado e é preparado de várias maneiras, camarão ao leite de coco, caldeirada ou mariscada e camarão frito ao alho e óleo. Com o caranguejo é feita a caranguejada, assim como as patinhas de caranguejo a milanesa, muito consumida nos bares da orla, juntamente com a ostra e  o siri.

Entre os doces e as sobremesas há bolo de milho, pé de moleque, muguzá, canjica e a tapioca.

Do interior do Estado vêm os pratos sertanejos, carne de sol com paçoca servida com macaxeira ou pirão de leite, o baião de dois, a galinha de cabidela, a galinha de capoeira e o capote (nome regional para a galinha d angola). Para acompanhar são servidos o cuscuz, a farofa do sertão ou farofa de cuscuz.

Outros pratos com temperos mais fortes e sabores acentuados o sarrabulho (um picadinho feito com as vísceras e o sangue do porco), na Bahia e em Pernambuco é chamado de sarapatel, o guisado de carneiro ou de cabrito, a buchada de carneiro ou de cabrito e a panelada. Para acompanhamento, arroz e pirão feito de ossobuco, vinha d alho, tomate, cebola, pimentão e cheiro-verde.

Na região do Cariri, onde estão as cidades de Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Santana do Cariri e Nova Olinda há um ingrediente que é utilizado para temperar tanto o arroz quanto a carne, o pequi (uma semente amarelada e de odor marcante, também comum em Goiás).

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Os elementos mais importantes da culinária gaúcha são: o charque, o chimarrão e o churrasco (feito de uma forma bem particular, onde, na planície tranqüila, o fogo aceso dentro de um buraco cavado na terra e em volta dele, em espetos fincados no chão, a carne é assada).

O Estado tem grande ligação com a criação de gado, onde a mais de dois séculos, distribuía para todo o território brasileiro e até mesmo para outros paises o couro do gado, a carne que sobrava era cortada em mantas conservada pelo processo de desidratação com o uso do sal grosso. Os carreteiros, distribuidores do couro pelo país uniam essa carne menos perecível com o arroz, fazendo assim surgir um dos pratos mais famosos do Rio Grande do sul, o arroz de carreteiro.

O charque (carne seca) é consumido também de outras formas, assado na brasa ou ao forno, acompanhado de mandioca, abóbora-moranga, feijão-verde e batata doce, além de farofa.Outro prato com charque é o entrevero, feito com pinhão, liguiça, bacon, tomate, pimentão e orégano.

A culinária gaúcha sofreu influências dos portugueses, espanhóis e indígenas. Dos índios veio a técnica do fogo de chão, pois colocavam a carne de caça e dos peixes em buracos feitos no chão e forrados com folhas verdes, terra e ramos, nos quais ateavam fogo, no calor da terra a carne era assada e ficava com o aroma despendido das folhas. Com a chegada dos portugueses e dos espanhóis, a carne começou a ser assada em espetos de madeira que com o passar dos anos foi substituído por espetos de ferro e mais tarde pelos de aço inoxidável.

Os gaúchos não apreciam somente a carne bovina, também consomem o espinhaço de ovelha, o cordeiro-mamão, cabrito e leitão, temperados apenas por sal grosso e assados na churrasqueira, porém a carne preferida deles é a costela bovina, acompanhada por farinha de mandioca. Outros pratos são o arroz branco, feijão mexido, o quibebe (purê de abóbora-moranga) e a paçoca de pinhão.

Com a chegada dos italianos, foram concedidos pequenos lotes, onde conseguiam plantar somente produtos para a subsistência, como milho, trigo e verduras, sendo impossível ter criações, a solução encontrada foi caçar passarinhos, os quais eram assados na brasa e servidos com polenta, o que originou o galeto al primo canto, que hoje é o frango abatido ao ‘‘primeiro canto’’ entre os 25 e 30 dias de vida. Outros pratos agregados a dieta do Estado foram o capeletti in brodo, o espaguete, o linguini e o radicchio com bacon. Aos italianos também é atribuída a disseminação do uso do alho, do tomate, da pimenta, do vinho e do limão, além da maionese e das saladas que servem de acompanhamento.

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Os elementos principais da culinária mato-grossense do sul  são os peixes, encontrados nos rios que cortam o  Pantanal.

Pela descoberta do ouro, o território foi ocupado por mineiros, paulistas e nordestinos, chegando até o local como bandeirantes, os quais trouxeram elementos de sua dieta  tais como o charque (carne seca), farinha de mandioca, milho, arroz e feijão por serem fáceis de preparar e resistirem as longas jornadas.

Mais tarde recebeu paranaenses e gaúchos, vindos em busca de novas oportunidades, estes juntaram o costume indígena de consumir carne de caça, produtos nativos e, principalmente, peixes dos rios abundantes na região, sendo eles pacu, pintados, dourados, curimbatás, piraputangas, cacharas, jaús e matrinxãs entre mais de 200 espécies que habitam a região.

As formas de preparo desses peixes são bem variadas fritos, assados, ensopados, refogados ou assados na brasa envoltos em folha de bananeira, são comuns também os peixes recheados com couve, mandioca, cebola e alho e, muitas vezes, recebem farofa de banana e de pitanga. Com o pintado são feitas duas receitas famosas: a mojica e o pintado ao urucum. Os acompanhamentos são o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca, a banana da terra frita ou cozida, a pimenta malagueta, o purú e o ri-ri, sendo os dois últimos de influência indígena e a base de mandioca.

Sua culinária sofreu influencias de nordestinos, paulistas, mineiros, nativos, portugueses, sendo criados receitas como o caribéu, o chibé, a paçoca, a carne seca ensopada com banana verde, o sarrabulho, a vaca atolada, a Maria Izabel, o maxixe recheado com carne moída e caruru (feito com abóbora, carne moída, pimentão, quiabo e cheiro-verde). O acompanhamento é a farofa de banana.

Países vizinhos também contribuíram, principalmente do Paraguai, com a sopa paraguaia, a chipa, e o locro. A influência boliviana está mais presente nas cidades ao sul do estado, onde temos a saltenha e o arroz boliviano. Japoneses também deram a sua contribuição com o soba.

Sendo um dos maiores criadores de gado de corte, o consumo de carne bovina é significativo na forma de churrasco e assado.

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Os elementos principais da culinária mato-grossense são os peixes, encontrados nos rios que cortam o    Pantanal.

Pela descoberta do ouro, o território foi ocupado por mineiros, paulistas e nordestinos, chegando até o local como bandeirantes, os quais trouxeram elementos de sua dieta  tais como o charque (carne seca), farinha de mandioca, milho, arroz e feijão por serem fáceis de preparar e resistirem as longas jornadas.

Mais tarde recebeu paranaenses e gaúchos, vindos em busca de novas oportunidades, estes juntaram o costume indígena de consumir carne de caça, produtos nativos e, principalmente, peixes dos rios abundantes na região, sendo eles pacu, pintados, dourados, curimbatás, piraputangas, cacharas, jaús e matrinxãs entre mais de 200 espécies que habitam a região.

As formas de preparo desses peixes são bem variadas fritos, assados, ensopados, refogados ou assados na brasa envoltos em folha de bananeira, são comuns também os peixes recheados com couve, mandioca, cebola e alho e, muitas vezes, recebem farofa de banana e de pitanga. Com o pintado são feitas duas receitas famosas: a mojica e o pintado ao urucum. Os acompanhamentos são o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca, a banana da terra frita ou cozida, a pimenta malagueta, o purú e o ri-ri, sendo os dois últimos de influência indígena e a base de mandioca.

Sua culinária sofreu influencias de nordestinos, paulistas, mineiros, nativos e portugueses, sendo criados receitas como o caribéu, o chibé, a paçoca, a carne seca ensopada com banana verde, o sarrabulho, a vaca atolada, a Maria Izabel, o maxixe recheado com carne moída e caruru (feito com abóbora, carne moída, pimentão, quiabo e cheiro-verde). O acompanhamento é a farofa de banana.

Sendo um dos maiores criadores de gado de corte, o consumo de carne bovina é significativo na forma de churrasco e assado.

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É a culinária mais famosa no país, foi versada, cantada e musicada, o que fez com que fosse divulgada pelo Brasil e até mesmo fora dele. Os pratos mais famosos são originários de Salvador (capital do Estado), do litoral e parte do Recôncavo, nestes locais, é obrigatório o uso de azeite-de-dendê, o que não é comum no interior do Sertão onde se encontra a maxixada, a carne de sol com pirão de leite, o feijão-verde com manteiga-de-garrafa, o queijo coalho, a buchada de bode, a rabada, o sarapatel e o capote.

Tendo sofrido influencias dos portugueses e dos indígenas, sendo no próprio território baiano, onde ocorreram às primeiras trocas de experiências culinárias entre os dois povos. Nativos experimentaram o arroz com presunto e o vinho, trazidos da Europa. Já os portugueses, o camarão e os peixes pescados pelos próprios indígenas.

Dos indígenas vem à utilização do aipim, o milho, e o preparo de peixes assados na folha de bananeira ou moquecados, além da paçoca de peixe ou de carne.

Os portugueses trouxeram o bacalhau, o tomate, o pimentão, o azeite de oliva e temperos como alho, cebola e salsinha. Também trazidos pelos portugueses, vieram produtos da costa africana como o dendê, o coco, o gengibre, as pimentas malagueta e da costa, leite de coco, quiabo e a banana. Trazidas pelos portugueses, como escravas, também vieram as cozinheiras, motivo pelo qual, a cozinha baiana tem maior ligação com a culinária africana.

Pratos como acarajé, vatapá e obará, trazidos pelas cozinheiras africanas, dantes oferecidos para os orixás, deuses das religiões africanas, foram adaptadas sendo acrescentados ingredientes locais como amendoim, feijão e o milho para que, assim, fossem mais bem aceitas pelo paladar de seus senhores. Outros pratos também adaptados por elas foram caruru, xinxim, ensopados, moqueca, arroz de houçá, bobó de camarão, abará, acaçá, lambreta, quindins e cocadas.

No litoral são comuns pratos que levam peixes e frutos do mar como a agulha frita, frigideiras de bacalhau, camarão e siri e aratuzada. Em Canavieiras, cidade do caranguejo, o crustáceo é cozido e servido inteiro. Em São Francisco do Conde encontramos arremate de sururu, moqueca de peixe na folha de bananeira e feijão-fradinho.O prato mais comum no litoral é a moqueca acompanhada por farofa de dendê ou pirão, adicionados de muita pimenta, condimento esse, encontrado em todo o estado.

No Sertão encontramos o baião-de-dois e a carne de sol, acompanhados por pirão de leite, aipim ou jerimum. A carne de bode também é muito apreciada e preparada de várias formas e é acompanhada de pirão, feijão-de-corda, fava, aipim, farofa, angu e arroz, sendo a sua versão mais elaborada a buchada.

Um doce típico é a cafofa, feito com a batata de umbu, açúcar, frutas variadas e coco.

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