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Posts Tagged ‘acarajé’

O Bar e Restaurante Rota do Acarajé oferece na capital de São Paulo a culinária baiana com suas tradicionais comidas típicas e com um atendimento diferenciado.
São destaques: o acarajé, o abará, as moquecas, a carne-seca, a carne-de-sol, a quiabada, o escondidinho, o arrumadinho, o bobó de camarão, o cozido baiano, o bião de dois,entre outras especialidades.
A  cozinha conta com uma legítima baiana, a dinâmica Rose, experiente profissional especializada na culinária da Bahia, ela prepara a comida a vista de todos e dá todas as explicações sobre a feitura de cada prato.  Eles cuidam de uma freguesia fiel e selecionada e que aprecia o ambiente informal e agradável da Rota do Acarajé, bem como o ator Danny Glover que já frequentou o espaço.

Rua Martim Francisco, 529/533 – Santa Cecília – São Paulo – SP

Fones: 3668-6222/ 3825-3984

A cozinha funciona de terça-feira à sábado das 12h as 23h e Domingos até as 18:30h.

 

 

 

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Acarajé é uma especialidade gastronômica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, frita em azeite-de-dendê. O acarajé pode ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru ou salada, quase todos componentes e pratos típicos da cozinha da Bahia.

Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas, Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada.

O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê ou azeite doce.

Ingredientes:

1 kg de feijão-fradinho limpo, sem casca e sem pele
2 cebolas médias picadas
2 dentes de alho
1 colher (sopa) de sal
1 litro de azeite-de-dendê para fritar

Modo de preparo:

Coloque o feijão de molho com bastante água e deixe de um dia para o outro, o que facilita a retirada das cascas. No dia seguinte, para soltar as cascas, lave várias vezes.

Bata aos poucos o feijão, as cebolas, o alho e o sal no liquidificador, até obter uma massa lisa. Coloque a massa em um recipiente e mexa, até que a mesma dobre de tamanho. Molhe uma colher na água fria e utilize-a para modelar os bolinhos.

Após modelar os bolinhos, frite-os no azeite-de-dendê fervente. Sirva o acarajé recheado com vatapá (receita publicada ontem), pimenta, molho vinagrete e camarão seco refogado com cebola e azeite-de-dendê.

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É a culinária mais famosa no país, foi versada, cantada e musicada, o que fez com que fosse divulgada pelo Brasil e até mesmo fora dele. Os pratos mais famosos são originários de Salvador (capital do Estado), do litoral e parte do Recôncavo, nestes locais, é obrigatório o uso de azeite-de-dendê, o que não é comum no interior do Sertão onde se encontra a maxixada, a carne de sol com pirão de leite, o feijão-verde com manteiga-de-garrafa, o queijo coalho, a buchada de bode, a rabada, o sarapatel e o capote.

Tendo sofrido influencias dos portugueses e dos indígenas, sendo no próprio território baiano, onde ocorreram às primeiras trocas de experiências culinárias entre os dois povos. Nativos experimentaram o arroz com presunto e o vinho, trazidos da Europa. Já os portugueses, o camarão e os peixes pescados pelos próprios indígenas.

Dos indígenas vem à utilização do aipim, o milho, e o preparo de peixes assados na folha de bananeira ou moquecados, além da paçoca de peixe ou de carne.

Os portugueses trouxeram o bacalhau, o tomate, o pimentão, o azeite de oliva e temperos como alho, cebola e salsinha. Também trazidos pelos portugueses, vieram produtos da costa africana como o dendê, o coco, o gengibre, as pimentas malagueta e da costa, leite de coco, quiabo e a banana. Trazidas pelos portugueses, como escravas, também vieram as cozinheiras, motivo pelo qual, a cozinha baiana tem maior ligação com a culinária africana.

Pratos como acarajé, vatapá e obará, trazidos pelas cozinheiras africanas, dantes oferecidos para os orixás, deuses das religiões africanas, foram adaptadas sendo acrescentados ingredientes locais como amendoim, feijão e o milho para que, assim, fossem mais bem aceitas pelo paladar de seus senhores. Outros pratos também adaptados por elas foram caruru, xinxim, ensopados, moqueca, arroz de houçá, bobó de camarão, abará, acaçá, lambreta, quindins e cocadas.

No litoral são comuns pratos que levam peixes e frutos do mar como a agulha frita, frigideiras de bacalhau, camarão e siri e aratuzada. Em Canavieiras, cidade do caranguejo, o crustáceo é cozido e servido inteiro. Em São Francisco do Conde encontramos arremate de sururu, moqueca de peixe na folha de bananeira e feijão-fradinho.O prato mais comum no litoral é a moqueca acompanhada por farofa de dendê ou pirão, adicionados de muita pimenta, condimento esse, encontrado em todo o estado.

No Sertão encontramos o baião-de-dois e a carne de sol, acompanhados por pirão de leite, aipim ou jerimum. A carne de bode também é muito apreciada e preparada de várias formas e é acompanhada de pirão, feijão-de-corda, fava, aipim, farofa, angu e arroz, sendo a sua versão mais elaborada a buchada.

Um doce típico é a cafofa, feito com a batata de umbu, açúcar, frutas variadas e coco.

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