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Posts Tagged ‘virado a paulista’

Virado , tambem conhecido como “Virado à Paulista” é um prato típico da comida caipira do estado brasileiro de São Paulo. Tradicionalmente é servido na segunda-feira. Há várias combinações em torno do básico de bisteca de porco, banana frita, feijão mulatinho virado com farinha de mandioca, arroz, couve e ovo frito.


Ingredientes:

 3 colheres (sopa) de azeite
Colher (sopa) de cebola picada
1 dente de alho amassado
¾ xícara (chá) de feijão cozido com caldo
1/3 xícara (chá) de farinha de mandioca
100 g de lingüiça calabresa
250 g de bisteca suína
sal a gosto
7 folhas de couve-manteiga cartadas em tiras
1 banana-da-terra fatiada
1 ovo
torresmo a gosto

Modo de preparo:

Faça o tutu de feijão: em uma panela aqueça 1 colher (sopa) de azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente o feijão cozido com o caldo. Vá colocando, aos poucos, a farinha de mandioca. Mantenha no fogo brando, mexendo sempre, por cerca de 5 minutos até que a farinha esteja cozida. Reserve.

Prepare os demais ingredientes: em uma frigideira, aqueça q colher (sopa) de azeite e grelhe a calabresa fatia. Reserve.

Tempere as bistecas suínas com sal. Na mesma frigideira, aqueça a ultima colher (sopa) de azeite e frite as bistecas. Reserve.

Ainda na mesma frigideira, refogue a couve, tempere com sal e reserve. Grelhe a banana, frite o ovo, frite o torresmo. 

Sirva com arroz branco.

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 Desde a fundação de sua primeira vila, a Vila de São Vicente, até o ciclo do café, os  hábitos alimentares de São Paulo não mudaram muito.

A criação de porcos e galinhas e o cultivo de mandioca, milho, cará e feijão foram  costumes trazidos pelos jesuítas. Frutos consumidos pelos indígenas como pinhão,  jabuticaba, araçá, pitanga e cambuci também fora incorporados a culinária. Os  bandeirantes, pelas longas viagens disseminaram uma dieta composta por alimentos  não perecíveis, feijão, carne de vaca e toucinho, que  unidos aos ingredientes  introduzidos pelos indígenas gerou o prato paulista mais conhecido: o virado de feijão.  Além do virado também eram consumidos leitões (à pururuca), frangos, cuscuz de legumes, mandioca frita, arroz de carreteiro, paçoca de carne seca e arroz com suã.

O milho aparece em pratos salgados e doces como pamonha, cural e canjica.

Algumas regiões do Estado possuem pratos específicos, como nas serras da Bocaina e da Mantiqueira, pratos com contrafilé cozido com pinhão e o frango da revolução são muito comuns. No vale do Paraíba temos o afogado. Sua culinária tem influencia indígena, africana e portuguesa.

Os doces mais tradicionais nos remetem aos tempos coloniais como paçoca de amendoim, marmelada, bananada, doce de batata-doce e abóbora, compotas de goiaba, bolinho de chuva, arroz doce, biscoito de polvilho, pão de ló, e creme de ovos.

No litoral norte a dieta era composta por peixe, farinha de mandioca e frutas, com receitas como peixe assado na folha da bananeira, peixe com banana, tainha na brasa, azul marinho, sendo o pirão o acompanhamento dessas receitas. Na baixada santista, influenciada mais intensamente pelos portugueses, encontramos a caldeirada de peixe e frutos do mar, os ensopados e o bolinho de bacalhau ou peixe fresco.

Com o final da escravidão, chegaram os imigrantes trazendo sua cultura e influenciando a culinária paulista, italianos, poloneses, espanhóis, japoneses e libaneses trouxeram o hábito de consumir massas, fubá, presunto, mortadela e outros embutidos e também hortaliças (por parte dos italianos). Pelos japoneses o consumo de chá e o pastel, tornando-se bastante popular. Sírios e Libaneses trouxeram as esfiras e os quibes.

Vale lembrar que a capital do Estado, São Paulo, é considerada a capital da gastronomia, possuindo restaurantes típicos de todas as partes do mundo.

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