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Posts Tagged ‘vinho’

E para este friozinho, nada mais, nada menos do que um tradicional vinho quente. Para tomar com os amigos, com o(a) namorado(a), com a família. Enfim, época de festas juninas então não poderíamos esquecer desta famosa bebidinha romântica e quentinha!

Receita by Tudo Gostoso
Foto by Douglas Aby Saber Filho

Ingredientes:

1 copo de açúcar
Canela em rama
Cravo
1 l de vinho tinto seco
1/2 l de água
1/2 maçã (verde ou vermelha) descascada e cortada em fatias

Modo de Preparo:

Queime a metade do açúcar com o cravo e a canela, acrescente o vinho, já misturado com a água. Junte a maçã e o açúcar restante. Deixe cozinhar um pouco e sirva bem quente.

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A maior influência da culinária capixaba é a indígena, com algumas técnicas de preparo portuguesas e pouca participação africana.

A base da alimentação são os peixes, o palmito, o urucum, a farinha de mandioca, o milho e os frutos do mar, originando a receita mais popular, a moqueca capixaba – preparada em uma panela de barro se utilizando de muito coentro, diferente da baiana, não leva azeite-de-dendê e nem leite de coco. Os peixes preferidos para o preparo são o badejo, o robalo, o namorado, a garoupa ou o cação. Feitos com os frutos do mar estão as moquecas de camarão, siri, lagosta, caranguejo e de sururu. Para acompanhar é feito um pirão da cabeça do peixe, em especial, a moqueca de garoupa é acompanhada por banana-da-terra.

Outros pratos são a moqueca de siri, o pitu (camarão de água doce) com raspas de coco, a caranguejada, o mingau de folhas, o peroá frito com farinha de milho e a sopa de frutos do mar. A banana-da-terra é apreciada tanto em pratos doces, quanto em pratos salgados e é a fruta mais presente nas receitas.

A torta capixaba também um prato muito característico, feita com vários frutos do mar e é muito apreciada na Semana Santa.

As sobremesas e doces aproveitam os ingredientes locais, a banana-da-terra, servida com canela e açúcar, com a mandioca-puba é preparado um bolo, do milho-verde faz-se a pamonha e da mandioca os bijus e o cuscuz de tapioca.

Temos ainda o pirão de cará, o muxá e a machocota.

Na serra, além da influencia portuguesa, encontramos elementos italianos, prussianos, holandeses e poloneses. Dos italianos, que ficaram na região de Venda Nova do Imigrante e Serra Teresa, ficaram os risotos, polentas, queijo (parmesão principalmente), massas e vinhos e em pratos como tortei de abóbora, a sopa de capeletti, com caldo de galinha e a pavesi. Por haverem poucas vendas, eles mesmos produziam queijos, fubá, massas, vinhos e embutidos (como o sacol, alimento típico da cidade, feito de lombo de porco, pimenta e alho).

Do outro lado da serra, na cidade de Domingos Martins, onde se tem influência italiana e alemã, sendo aprendido com os alemães o processo de fabricação de lingüiça e defumados como chucrute, gulash, eisben, brevidades, geléias e doces, como apfstrudel. Receitas alemãs no Estado são o kloss de batata e o brote.

No interior do Estado encontramos a canjiquinha com costela de porco e o frango com quiabo.

E por influencia baiana, no litoral encontramos o bobó de camarão e o vatapá.

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A culinária é muito parecida com a de outros estados, principalmente Pernambuco, já que até 1817 fez parte do território pernambucano.

Sua culinária tem influencia indígena, portuguesa e africana. Dos índios são usados cereais como o milho, raízes e tubérculos. Dos portugueses o azeite de oliva, o bacalhau, o vinho e as técnicas de preparo dos caldos, ensopados e cozidos. Dos africanos veio o gosto per ingredientes como o coco e a pimenta.

No agreste são usados o charque (carne seca), carne de capivara, e especialmente de bode, também são usados milho, feijão, arroz, farinha de mandioca, manteiga de garrafa, queijo coalho e manteiga do sertão.

No litoral a base das receitas são os pescados e água de coco. Entre os peixes estão a cavala, o badejo, a araboina, a cioba, a agulha, a carapeba, o olho-de-boi e o robalo, com os quais são preparados na pescada alagoana, sempre utilizando coentro legumes, acompanhado de mingau pitinga (um pirão de pupa – mandioca fermentada). Ainda com os peixes, são preparados moquecas, filé ao molho de camarão e fritadas, especialmente de agulha.

Os frutos do mar, camarão, lagosta, polvo, lula, marisco, siri, muçunim, taioba, siri do coral, sururu e caranguejo, os quais são cozidos ou fritos nas caldeiradas e ensopados. Para acompanhar, mingau pitinga e molho de pimenta. Outras receitas encontradas são a casquinha de siri, o frito misto (prato com camarão, lula e agulhas fritos), o catado de siri de coral, polvo ao molho de coco e siri capado.

No litoral norte, conhecido por Costa dos Corais, pratos como a lagosta com azeite de oliva, a moqueca e o camarão ao alho e óleo.

Das Lagoas de Mundarí e Manguaba, na região de Maceió e Marechal Deodoro, encontramos carapebas, camurins (robalos) e curimãs, além de camarões, os quais são servidos em fritadas, e “de cueca” (quando se deixa metade da casca), sendo o preferido o sururu, que é preparado de várias maneiras.

Nas proximidades das lagoas ficam os manguezais, onde encontramos siris, guaimuns, caranguejos uçá e moluscos como a taioba e o maçunim.

No Sertão do Agreste, são comuns as carnes de bode, carneiro, porco, galinha e boi, feitos em baião de dois, buchada de bode, sarapatel, carne de sol na brasa, galinha ao molho pardo, costelinha de carneiro grelhada, amarradinho, paçoca sertaneja e feijão de coco. Sendo acompanhados por pirão de leite ou de ovo.

Nas cidades ribeirinhas ao Rio São Francisco é comum o pitu (camarão de água doce), com o qual é feita a pituzada, na qual são colocados no molho de coco e servida com pirão e arroz.

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Os elementos mais importantes da culinária gaúcha são: o charque, o chimarrão e o churrasco (feito de uma forma bem particular, onde, na planície tranqüila, o fogo aceso dentro de um buraco cavado na terra e em volta dele, em espetos fincados no chão, a carne é assada).

O Estado tem grande ligação com a criação de gado, onde a mais de dois séculos, distribuía para todo o território brasileiro e até mesmo para outros paises o couro do gado, a carne que sobrava era cortada em mantas conservada pelo processo de desidratação com o uso do sal grosso. Os carreteiros, distribuidores do couro pelo país uniam essa carne menos perecível com o arroz, fazendo assim surgir um dos pratos mais famosos do Rio Grande do sul, o arroz de carreteiro.

O charque (carne seca) é consumido também de outras formas, assado na brasa ou ao forno, acompanhado de mandioca, abóbora-moranga, feijão-verde e batata doce, além de farofa.Outro prato com charque é o entrevero, feito com pinhão, liguiça, bacon, tomate, pimentão e orégano.

A culinária gaúcha sofreu influências dos portugueses, espanhóis e indígenas. Dos índios veio a técnica do fogo de chão, pois colocavam a carne de caça e dos peixes em buracos feitos no chão e forrados com folhas verdes, terra e ramos, nos quais ateavam fogo, no calor da terra a carne era assada e ficava com o aroma despendido das folhas. Com a chegada dos portugueses e dos espanhóis, a carne começou a ser assada em espetos de madeira que com o passar dos anos foi substituído por espetos de ferro e mais tarde pelos de aço inoxidável.

Os gaúchos não apreciam somente a carne bovina, também consomem o espinhaço de ovelha, o cordeiro-mamão, cabrito e leitão, temperados apenas por sal grosso e assados na churrasqueira, porém a carne preferida deles é a costela bovina, acompanhada por farinha de mandioca. Outros pratos são o arroz branco, feijão mexido, o quibebe (purê de abóbora-moranga) e a paçoca de pinhão.

Com a chegada dos italianos, foram concedidos pequenos lotes, onde conseguiam plantar somente produtos para a subsistência, como milho, trigo e verduras, sendo impossível ter criações, a solução encontrada foi caçar passarinhos, os quais eram assados na brasa e servidos com polenta, o que originou o galeto al primo canto, que hoje é o frango abatido ao ‘‘primeiro canto’’ entre os 25 e 30 dias de vida. Outros pratos agregados a dieta do Estado foram o capeletti in brodo, o espaguete, o linguini e o radicchio com bacon. Aos italianos também é atribuída a disseminação do uso do alho, do tomate, da pimenta, do vinho e do limão, além da maionese e das saladas que servem de acompanhamento.

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