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Posts Tagged ‘leitão’

Os elementos mais importantes da culinária gaúcha são: o charque, o chimarrão e o churrasco (feito de uma forma bem particular, onde, na planície tranqüila, o fogo aceso dentro de um buraco cavado na terra e em volta dele, em espetos fincados no chão, a carne é assada).

O Estado tem grande ligação com a criação de gado, onde a mais de dois séculos, distribuía para todo o território brasileiro e até mesmo para outros paises o couro do gado, a carne que sobrava era cortada em mantas conservada pelo processo de desidratação com o uso do sal grosso. Os carreteiros, distribuidores do couro pelo país uniam essa carne menos perecível com o arroz, fazendo assim surgir um dos pratos mais famosos do Rio Grande do sul, o arroz de carreteiro.

O charque (carne seca) é consumido também de outras formas, assado na brasa ou ao forno, acompanhado de mandioca, abóbora-moranga, feijão-verde e batata doce, além de farofa.Outro prato com charque é o entrevero, feito com pinhão, liguiça, bacon, tomate, pimentão e orégano.

A culinária gaúcha sofreu influências dos portugueses, espanhóis e indígenas. Dos índios veio a técnica do fogo de chão, pois colocavam a carne de caça e dos peixes em buracos feitos no chão e forrados com folhas verdes, terra e ramos, nos quais ateavam fogo, no calor da terra a carne era assada e ficava com o aroma despendido das folhas. Com a chegada dos portugueses e dos espanhóis, a carne começou a ser assada em espetos de madeira que com o passar dos anos foi substituído por espetos de ferro e mais tarde pelos de aço inoxidável.

Os gaúchos não apreciam somente a carne bovina, também consomem o espinhaço de ovelha, o cordeiro-mamão, cabrito e leitão, temperados apenas por sal grosso e assados na churrasqueira, porém a carne preferida deles é a costela bovina, acompanhada por farinha de mandioca. Outros pratos são o arroz branco, feijão mexido, o quibebe (purê de abóbora-moranga) e a paçoca de pinhão.

Com a chegada dos italianos, foram concedidos pequenos lotes, onde conseguiam plantar somente produtos para a subsistência, como milho, trigo e verduras, sendo impossível ter criações, a solução encontrada foi caçar passarinhos, os quais eram assados na brasa e servidos com polenta, o que originou o galeto al primo canto, que hoje é o frango abatido ao ‘‘primeiro canto’’ entre os 25 e 30 dias de vida. Outros pratos agregados a dieta do Estado foram o capeletti in brodo, o espaguete, o linguini e o radicchio com bacon. Aos italianos também é atribuída a disseminação do uso do alho, do tomate, da pimenta, do vinho e do limão, além da maionese e das saladas que servem de acompanhamento.

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Os primeiros colonizadores foram os bandeirantes com a descoberta do ouro na  região.  A união das culinárias dos bandeirantes e a nativa resultou no que hoje  conhecemos como culinária goiana. Dos mineiros e paulistas (bandeirantes) pratos a  base de feijão, carne seca e de porco. E o cardápio nativo, dos indígenas, a base de  milho e mandioca.

Na culinária goiana são aproveitados produtos típicos do cerrado como: guariroba e  principalmente o pequi (chamando assim a atenção pela cor amarela, aroma e sabor  forte) usado nas receitas de galinhada com pequi e arroz com pequi, além do açafrão,  muito usado nas cidades do sul do estado. A guariroba, um palpito amargo compõe  outro prato típico: o empadão goiano. Outros pratos encontrados são o arroz com suã  e o arroz Maria Izabel.

A carne suína é muito apreciada, a linguiça, o torresmo, o leitão á pururuca, a leitoa recheada, feijoada tradicional e a de feijão branco.

A carne seca com cebola, alho e mandioca compõem o quibebe goiano. Peixe de água doce com o preparo mais tradicional sendo feito na telha e acompanhados por pirão também fazem parte do cardápio.

O milho está presente no angu, cural, suco de milho verde, sopa e principalmente na pamonha, sendo a preferência goiana pela pamonha salgada recebendo até recheios como queijo e linguiça.

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