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Posts Tagged ‘frango’

Essa receita além de curiosa é criativa. Quem disse que não temos nosso próprio sushi? 🙂

INGREDIENTES 

1kg de peito de frango (sem osso e moído)
Sal e pimenta do reino a gosto
2 folhas de couve manteiga cozidas e cortadas em tiras sem o talo (20cm X 10cm)
2 xícaras (chá) de arroz cozido misturado com 3 colheres (sopa cheia) de cream cheese
1 cenoura pequena cortada em tiras finas
2 ovos misturados com ½ xícara (chá) de leite
Gergelim branco para empanar

MODO DE PREPARO 

Numa tigela tempere o peito de frango com sal e pimenta do reino a gosto. Divida o frango moído em 10 partes (100g cada). Coloque uma parte sobre um saco plástico aberto e forme (com o frango moído) um retângulo (16cm X 8cm). Sobre este retângulo coloque 1 tira de couve manteiga, espalhe uma porção de arroz e por último coloque tiras de cenoura cozida. Com a ajuda do saco plástico enrole o retângulo, unindo as pontas, apertando bem para que o recheio não vaze, formando um cilindro. Transfira para a geladeira para firmar por 2 horas. Repita o mesmo procedimento com o restante do frango. Passe o cilindro de frango nos ovos misturados com leite e empane no gergelim branco. Frite em óleo quente (170°C) até dourar (cerca de 4 minutos), corte em rodelas e sirva com molho de teriaki tradicional ou molho teriaki de tangerina ou laranja.

Reprodução Mais Você/Foto: Daniela Meira

 

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Para o almoço do domingo, que tal um frango saudável?

INGREDIENTES 

4 coxas com sobrecoxas de frango sem pele (mais ou menos 1 kg)
Suco de 1 limão
Sal a gosto
170g de iogurte natural (1 copo)
3 dentes de alho amassados
1 colher (chá) de gengibre em pó
1 colher (chá) de páprica picante em pó
60g de queijo parmesão ralado
Folhas de hortelã picadinha
1 xícara (chá) de miolo de pão ralado

MODO DE PREPARO 

Deixe de molho numa tigela as coxas com sobrecoxas de frango sem pele com suco de limão por aproximadamente 15 minutos. Escorra as coxas com sobrecoxas e tempere com sal a gosto. Reserve.

Numa tigela coloque o iogurte natural, os 3 dentes de alho amassados, 1 colher (chá) de gengibre em pó, 1 colher (chá) de páprica picante em pó, 60g de queijo parmesão ralado, folhas de hortelã picadinha, sal a gosto, e 1 xícara (chá) de miolo de pão ralado. Misture bem até formar uma pasta homogênea.

Arrume numa assadeira untada com azeite as coxas com sobrecoxas, com a parte da carne virada para cima, espalhe o creme de iogurte em cada coxa com sobrecoxa, cobrindo-as totalmente. Leve ao forno médio pré-aquecido a 180°C por cerca de 1 hora ou até dourar. Retire do forno e sirva em seguida acompanhado de salada verde.

Reprodução Mais Você

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A cozinha mineira possui elementos que a tornam bem característica, o forno a lenha, a panela de barro, pedra sabão ou ferro. Sendo os pratos mais tradicionais o angu, o tutu de feijão, o frango ao molho pardo e, não podendo esquecer do prato mais característico do Estado, o pão-de-queijo.

Usa-se muito a couve, a cebola, a salsinha, ambos plantados no próprio quintal.

Tropeiros e garimpeiros trouxeram alimentos capazes de serem conservados como toucinho, farinha de mandioca, açúcar, feijão, milho e carne seca. A dieta então era composta de feijão cozido junto com a carne seca, misturados a farinha de mandioca, originando um dos pratos mineiros mais conhecidos, o feijão-tropeiro.

A culinária mineira tradicional surgiu em cidades onde havia a mineração, hoje cidades histórica, como Diamantina, Mariana, São João Del Rey, Tiradentes, Sabará, Ouro Preto, Santa Luzia.

Minas, porém, tem uma culinária menos famosa, nas cidades a margem dos rios São Francisco, Paracatu, Jequitinhonha, Doce e Murici, peixes como curimatá, dourado, pacu, bagre, piau e, principalmente surubim e traíra consumidos em moquecas, fritos na brasa ou na forma mais tradicional, a paçoca, através de uma técnica indígena onde o peixe é frito e levado ao pilão para ser socado com farinha de milho ou mandioca até virar uma pasta úmida.

Biscoito de polvilho, broa de fubá com erva doce, curau, pamonha, canjica com leite, biscoitinhos de argolinhas mineiras, mentiras, pão de ló d’água, bolo de fubá e inhame e roscas variadas.

Um fato que chama a atenção é que o mineiro não tem o habito de tomar leite, costume que vem de séculos passados, onde se acreditava que o leite, assim como a manteiga fazia mal à saúde, motivo pelo qual o queijo, consumido fresco ou curado, sendo as variações mais conhecidas, minas (ou fescal), reino e do sino, se tornou tão popular no Estado. Outro habito dos mineiros é o de consumir muito café.

O triângulo mineiro é local de criação de gado de corte. Típica de Montes Claros é a carne serenada. Nas estâncias hidrominerais, Poços de Caldas e Guaxupé predominam os doces. Na Serra da Mantiqueira, em cidades com Monte verde e Gonçalves, as trutas são as estrelas.

Um ponto importante é que na culinária mineira, a fartura é um elemento importantíssimo.

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 Desde a fundação de sua primeira vila, a Vila de São Vicente, até o ciclo do café, os  hábitos alimentares de São Paulo não mudaram muito.

A criação de porcos e galinhas e o cultivo de mandioca, milho, cará e feijão foram  costumes trazidos pelos jesuítas. Frutos consumidos pelos indígenas como pinhão,  jabuticaba, araçá, pitanga e cambuci também fora incorporados a culinária. Os  bandeirantes, pelas longas viagens disseminaram uma dieta composta por alimentos  não perecíveis, feijão, carne de vaca e toucinho, que  unidos aos ingredientes  introduzidos pelos indígenas gerou o prato paulista mais conhecido: o virado de feijão.  Além do virado também eram consumidos leitões (à pururuca), frangos, cuscuz de legumes, mandioca frita, arroz de carreteiro, paçoca de carne seca e arroz com suã.

O milho aparece em pratos salgados e doces como pamonha, cural e canjica.

Algumas regiões do Estado possuem pratos específicos, como nas serras da Bocaina e da Mantiqueira, pratos com contrafilé cozido com pinhão e o frango da revolução são muito comuns. No vale do Paraíba temos o afogado. Sua culinária tem influencia indígena, africana e portuguesa.

Os doces mais tradicionais nos remetem aos tempos coloniais como paçoca de amendoim, marmelada, bananada, doce de batata-doce e abóbora, compotas de goiaba, bolinho de chuva, arroz doce, biscoito de polvilho, pão de ló, e creme de ovos.

No litoral norte a dieta era composta por peixe, farinha de mandioca e frutas, com receitas como peixe assado na folha da bananeira, peixe com banana, tainha na brasa, azul marinho, sendo o pirão o acompanhamento dessas receitas. Na baixada santista, influenciada mais intensamente pelos portugueses, encontramos a caldeirada de peixe e frutos do mar, os ensopados e o bolinho de bacalhau ou peixe fresco.

Com o final da escravidão, chegaram os imigrantes trazendo sua cultura e influenciando a culinária paulista, italianos, poloneses, espanhóis, japoneses e libaneses trouxeram o hábito de consumir massas, fubá, presunto, mortadela e outros embutidos e também hortaliças (por parte dos italianos). Pelos japoneses o consumo de chá e o pastel, tornando-se bastante popular. Sírios e Libaneses trouxeram as esfiras e os quibes.

Vale lembrar que a capital do Estado, São Paulo, é considerada a capital da gastronomia, possuindo restaurantes típicos de todas as partes do mundo.

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