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Posts Tagged ‘caruru’

Em ambiente simples e despojado na região do Bexiga, o paraense Paulo Leite, oferece sucos e batidas de frutas como cajá e cupuaçu, tacacá (com caldo de tucupi, goma de mandioca, folhas de jambu e camarão seco), peixes como pirarucu e tambaqui, preparados na chapa, maniçoba (carnes de porco e bovina na pasta de folhas de mandioca) e o clássico pato no tucupi.

O cardápio do restaurante é composto simplesmente pelas mais tradicionais comidas da região como o pato no tucupi, a maniçoba, a caranguejada, o pirarucu. Não é uma característica da casa servir releituras com ares de gastronomia contemporânea. A intenção é manter a tradição dos sabores da região. 

Aberto todos os dias para almoço, e de quinta a domingo para o jantar. Aos sábados, domingos e feriados, servimos no almoço o famoso Buffet dos Sete Clássicos, Pato no Tucupi, Peixada, Caranguejada, Maniçoba, Vatapá do Pará, Caruru, Pirarucu.

R. Rui Barbosa, 206 – Bela Vista – Centro

 Telefone: (11)3142-9264.

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Os elementos principais da culinária mato-grossense do sul  são os peixes, encontrados nos rios que cortam o  Pantanal.

Pela descoberta do ouro, o território foi ocupado por mineiros, paulistas e nordestinos, chegando até o local como bandeirantes, os quais trouxeram elementos de sua dieta  tais como o charque (carne seca), farinha de mandioca, milho, arroz e feijão por serem fáceis de preparar e resistirem as longas jornadas.

Mais tarde recebeu paranaenses e gaúchos, vindos em busca de novas oportunidades, estes juntaram o costume indígena de consumir carne de caça, produtos nativos e, principalmente, peixes dos rios abundantes na região, sendo eles pacu, pintados, dourados, curimbatás, piraputangas, cacharas, jaús e matrinxãs entre mais de 200 espécies que habitam a região.

As formas de preparo desses peixes são bem variadas fritos, assados, ensopados, refogados ou assados na brasa envoltos em folha de bananeira, são comuns também os peixes recheados com couve, mandioca, cebola e alho e, muitas vezes, recebem farofa de banana e de pitanga. Com o pintado são feitas duas receitas famosas: a mojica e o pintado ao urucum. Os acompanhamentos são o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca, a banana da terra frita ou cozida, a pimenta malagueta, o purú e o ri-ri, sendo os dois últimos de influência indígena e a base de mandioca.

Sua culinária sofreu influencias de nordestinos, paulistas, mineiros, nativos, portugueses, sendo criados receitas como o caribéu, o chibé, a paçoca, a carne seca ensopada com banana verde, o sarrabulho, a vaca atolada, a Maria Izabel, o maxixe recheado com carne moída e caruru (feito com abóbora, carne moída, pimentão, quiabo e cheiro-verde). O acompanhamento é a farofa de banana.

Países vizinhos também contribuíram, principalmente do Paraguai, com a sopa paraguaia, a chipa, e o locro. A influência boliviana está mais presente nas cidades ao sul do estado, onde temos a saltenha e o arroz boliviano. Japoneses também deram a sua contribuição com o soba.

Sendo um dos maiores criadores de gado de corte, o consumo de carne bovina é significativo na forma de churrasco e assado.

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Os elementos principais da culinária mato-grossense são os peixes, encontrados nos rios que cortam o    Pantanal.

Pela descoberta do ouro, o território foi ocupado por mineiros, paulistas e nordestinos, chegando até o local como bandeirantes, os quais trouxeram elementos de sua dieta  tais como o charque (carne seca), farinha de mandioca, milho, arroz e feijão por serem fáceis de preparar e resistirem as longas jornadas.

Mais tarde recebeu paranaenses e gaúchos, vindos em busca de novas oportunidades, estes juntaram o costume indígena de consumir carne de caça, produtos nativos e, principalmente, peixes dos rios abundantes na região, sendo eles pacu, pintados, dourados, curimbatás, piraputangas, cacharas, jaús e matrinxãs entre mais de 200 espécies que habitam a região.

As formas de preparo desses peixes são bem variadas fritos, assados, ensopados, refogados ou assados na brasa envoltos em folha de bananeira, são comuns também os peixes recheados com couve, mandioca, cebola e alho e, muitas vezes, recebem farofa de banana e de pitanga. Com o pintado são feitas duas receitas famosas: a mojica e o pintado ao urucum. Os acompanhamentos são o pirão do caldo de peixe com farinha de mandioca, a banana da terra frita ou cozida, a pimenta malagueta, o purú e o ri-ri, sendo os dois últimos de influência indígena e a base de mandioca.

Sua culinária sofreu influencias de nordestinos, paulistas, mineiros, nativos e portugueses, sendo criados receitas como o caribéu, o chibé, a paçoca, a carne seca ensopada com banana verde, o sarrabulho, a vaca atolada, a Maria Izabel, o maxixe recheado com carne moída e caruru (feito com abóbora, carne moída, pimentão, quiabo e cheiro-verde). O acompanhamento é a farofa de banana.

Sendo um dos maiores criadores de gado de corte, o consumo de carne bovina é significativo na forma de churrasco e assado.

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É a culinária mais famosa no país, foi versada, cantada e musicada, o que fez com que fosse divulgada pelo Brasil e até mesmo fora dele. Os pratos mais famosos são originários de Salvador (capital do Estado), do litoral e parte do Recôncavo, nestes locais, é obrigatório o uso de azeite-de-dendê, o que não é comum no interior do Sertão onde se encontra a maxixada, a carne de sol com pirão de leite, o feijão-verde com manteiga-de-garrafa, o queijo coalho, a buchada de bode, a rabada, o sarapatel e o capote.

Tendo sofrido influencias dos portugueses e dos indígenas, sendo no próprio território baiano, onde ocorreram às primeiras trocas de experiências culinárias entre os dois povos. Nativos experimentaram o arroz com presunto e o vinho, trazidos da Europa. Já os portugueses, o camarão e os peixes pescados pelos próprios indígenas.

Dos indígenas vem à utilização do aipim, o milho, e o preparo de peixes assados na folha de bananeira ou moquecados, além da paçoca de peixe ou de carne.

Os portugueses trouxeram o bacalhau, o tomate, o pimentão, o azeite de oliva e temperos como alho, cebola e salsinha. Também trazidos pelos portugueses, vieram produtos da costa africana como o dendê, o coco, o gengibre, as pimentas malagueta e da costa, leite de coco, quiabo e a banana. Trazidas pelos portugueses, como escravas, também vieram as cozinheiras, motivo pelo qual, a cozinha baiana tem maior ligação com a culinária africana.

Pratos como acarajé, vatapá e obará, trazidos pelas cozinheiras africanas, dantes oferecidos para os orixás, deuses das religiões africanas, foram adaptadas sendo acrescentados ingredientes locais como amendoim, feijão e o milho para que, assim, fossem mais bem aceitas pelo paladar de seus senhores. Outros pratos também adaptados por elas foram caruru, xinxim, ensopados, moqueca, arroz de houçá, bobó de camarão, abará, acaçá, lambreta, quindins e cocadas.

No litoral são comuns pratos que levam peixes e frutos do mar como a agulha frita, frigideiras de bacalhau, camarão e siri e aratuzada. Em Canavieiras, cidade do caranguejo, o crustáceo é cozido e servido inteiro. Em São Francisco do Conde encontramos arremate de sururu, moqueca de peixe na folha de bananeira e feijão-fradinho.O prato mais comum no litoral é a moqueca acompanhada por farofa de dendê ou pirão, adicionados de muita pimenta, condimento esse, encontrado em todo o estado.

No Sertão encontramos o baião-de-dois e a carne de sol, acompanhados por pirão de leite, aipim ou jerimum. A carne de bode também é muito apreciada e preparada de várias formas e é acompanhada de pirão, feijão-de-corda, fava, aipim, farofa, angu e arroz, sendo a sua versão mais elaborada a buchada.

Um doce típico é a cafofa, feito com a batata de umbu, açúcar, frutas variadas e coco.

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Diz-se que a culinária paraense é a mais autêntica do Brasil, por ter sofrido pouca  influência portuguesa e africana, mantendo raízes nativas. A base da alimentação são  os peixes dos grandes rios amazônicos (pirarucu, tambaqui, tucunaré e dourado),  frutos do mar, carne de pato e mandioca que se une a jambo e chicória do Pará  (diferente da consumida no resto do país), a nativa (folha da mandioca brava, a qual  deve ser bem fervida evitando assim o contato com o veneno).

No Pará impera o uso do tucupi, um caldo amarelo extraído da raiz da mandioca por  meio de um processo desenvolvido pelos índios no qual a mandioca é ralada (já  descascada) formando uma massa que é colocada em um recipiente chamado tipiti. O  tipiti fica pendurado até que todo o liquido escorra para outro recipiente. Esse liquido é então colocado para descansar por um dia. Nesse período a parte mais pesada fica no fundo e por cima fica um soro amarelo que é fervido originando o tucupi. Com a parte mais pesada faz-se a tapioca.

Os pratos mais conhecidos são: a maniçoba, o pato no tucupi, o tacacá, o caruru, o vatapá, casquinha de siri e caranguejo, a mojica, o arroz de marisco e a sopa de caranguejo. Os acompanhamentos são: a macaxeira, o muguzá, o cará cozido com sal, a unha de caranguejo e o chibé.

As sobremesas são feitas com frutas regionais, doces em calda, pudins, compotas, cremes e sorvetes, ambos feitos com bacuri, cupuaçu, açaí, taperoba, manga e murici.

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